02218naa a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001902400630006010000190012324501660014226000090030852014140031765000180173165300240174965300180177365300210179170000160181270000160182870000140184470000170185870000180187577300830189319861312015-11-26 2012 bl uuuu u00u1 u #d7 ahttp://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v11n1p86-972DOI1 aZANETTE, P. M. aResposta econômica do uso de diferentes aditivos na silagem de milho (Zea mays L.) no sistema de terminação de bovinos em confinamento.h[electronic resource] c2012 aO experimento teve por objetivo avaliar o efeito da adição de açúcar ou inoculante bacteriano em silagens de milho sobre a resposta econômica de novilhos terminados em confinamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, constituído por três tratamentos T1 - silagem convencional sem aditivos; T2 - silagem com adição de açúcar refinado comercial e T3 - silagem com inoculante bacteriano, composto por Enterococcus faecium, Lactobacillus plantarum, Pediococcus acidilatici, amilase, celulase e hemicelulase, com três repetições. O uso de aditivos na confecção da silagem de milho resultou em maiores custos de investimento quando do uso com açúcar ou com inoculante comparado à silagem convencional. As dietas causaram variações no ganho de peso diário, no consumo de matéria seca e no rendimento de carcaça dos animais, de tal forma que a dieta com silagem aditivada com inoculante bacteriano teve maior receita comparativamente às dietas com silagem convencional sem aditivos ou aditivada com açúcar. A silagem de milho aditivada com inoculante bacteriano apresentou a melhor resposta econômica na terminação de novilhos confinados, assim como também possibilitou maior deposição de gordura subcutânea nas carcaças de bovinos jovens terminados em confinamento, comparativamente às dietas com silagem aditivada com açúcar ou convencional sem aditivos. aFermentação aAditivo estimulador aReceita bruta aReceita líquida1 aNEUMANN, M.1 aUENO, R. K.1 aPLETZ, E.1 aPOCZYNEK, M.1 aCESCON, L. K. tRevista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoasgv. 11, n. 1, p. 86-97, 2012.