03287nam a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501220008026000160020230000110021850002050022952024640043465000100289865000220290865000130293065000170294365000110296065000170297165300210298865300140300965300220302319112932019-01-31 2011 bl uuuu m 00u1 u #d1 aPAULA, V. A. de aCaracterização e modelagem de riscos climatológicos para epidemias de sarna da macieira na região de Vacaria, RS. a2011.c2011 a147 f. aTese (Doutorado em Fitotecnia) - Faculdade de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Orientado por Homero Bergamaschi, UFRGS; co-orientado por Emerson M. del Ponte, UFRGS. aDentre os fatores limitantes à produção de maçãs está a sarna da macieira, causada pelo fungo Venturia inaequalis. O objetivo deste trabalho foi caracterizar e modelar efeitos da variabilidade climática sobre o ciclo da sarna, a partir do molhamento foliar. Utilizou-se uma base de dados meteorológicos e de monitoramento da presença de inóculo e incidência de sarna, de 1987 a 2007, em Vacaria, RS. Caracterizou-se o padrão sazonal da liberação de ascósporos da doença, relacionando-o com variáveis meteorológicas. No período crítico de suscetibilidade calculou-se o número de eventos de risco de infecção por sarna, que foram relacionados com variáveis meteorológicas. A incidência de sarna foi relacionada aos padrões de flutuação de ascósporos, variáveis meteorológicas e eventos de risco. Foram ajustados e testados modelos para estimar início e duração da liberação de ascósporos e para estimar eventos de risco. Em experimento conduzido em pomar de macieiras ?Royal Gala?, monitorou-se a duração do molhamento foliar no dossel e ajustaram-se modelos para sua estimativa. A duração do molhamento foliar é maior no estrato inferior do dossel de macieiras, sendo mais bem estimada pelo número de horas por dia com umidade relativa do ar igual ou superior a 90%. O início da liberação de ascósporos antecede a primavera e a brotação da macieira, sendo coincidente com o período suscetível da cultura. Condições meteorológicas de junho são as que mais influenciam o início e a duração da liberação de ascósporos. Quanto mais altas forem as temperaturas médias do mês mais cedo é o início da liberação e maior é sua duração. Variáveis meteorológicas relacionadas à umidade do ar são as que mais se relacionam ao número de eventos de risco de infecção. A incidência da doença teve baixa correlação com liberação de ascósporos, eventos de risco e variáveis meteorológicas. É possível estimar o início da liberação de ascósporos a partir da temperatura do ar, precipitação e graus-dia. A duração da liberação de ascósporos pode ser estimada a partir de temperatura mínima do ar e precipitação de junho. O modelo de Rossi et al. (2000) evidenciou razoável precisão em estimar o início da liberação de ascósporos, mas não para sua duração. A umidade relativa do ar e a precipitação pluvial proporcionaram as melhores estimativas de eventos de risco. aClima aDoença de planta aEpidemia aFruticultura aMaçã aMeteorologia aCaracterização aModelagem aSarna da macieira