01468nam a2200145 a 450000100080000000500110000800800410001910000130006024500400007325000110011326000420012430000110016652011360017765300090131318543182024-07-22 1978 bl uuuu 00u1 u #d1 aMAIA, M. aRios e barrancos do Acre (romance). a2. ed. aNiterói, RJ: Edição do Autorc1978 a216 p. aRios e barrancos do Acre; A subida do rio; Conjecturas na madrugada do rio; A festa no "Centro", Zuzu e Macário; Antônio dos Santos encontra-se com maria das Mercês; No buritizal: Fermiro e Mercês; Maria das Mercês vai morar no bairro Papouco; A bagunça na Anália; Ainda a festa no Centro; A coloção do queimado vivo; Da curva do Igarapé da Judia avisa-se a cidade Joviniano chega em Rio Branco sem Mdalena; As queixadas; A velha fábrica de casdtanha e os soldados da borracha; Joviniano "quebrando" castanha no seringal Nova Empresa; Seringueiras: esteios da garnde prisão na selva; Heitor torna-se inimigo das héveas; A cidade estava mais velha; A carta; Heitor muda-se para Rio Branco; A filha de Davira chama-se Mariel; Dificuldades das explicações técnicas da linguagem médica; O homem da guariba preta no vôo de Tarauacá a Sena Madureira; A construção dos campso de aviação do Acre; O interventor, as corujas e o anspençada cartucheiro; Os prefeitos dos demais municípios também fazem campos de aviação; Modernização dos pássaros metálicos; Marina; Regresso a Rio Branco; Recordações; Natal. aAcre