01843naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024500530008226000090013552013220014465000090146665000130147565000150148865000170150365000100152065000160153065000170154665300170156377300450158017922682003-11-28 2003 bl uuuu u00u1 u #d1 aRESENDE, E. K. de aA utopia do repovoamento dos peixes do Pantanal. c2003 aAo invés de jogar alevinos nos rios, a diminuição de estoques pesqueiros deveria ser combatida na origem, que é a devastação ambiental nas margens. É cada dia mais preocupante o modismo que está crescendo de tentar resolver a falta de peixes nos rios e reservatórios através do repovoamento, isto é, introduzindo alevinos criados em cativeiro. Pelo menos dois aspectos fazem com que o "tiro saia pela culatra" como diz o dito popular. O primeiro deles é que a introdução de alevinos criados em cativeiro e colocados nos rios e represas, quase sempre provenientes de um casal ou poucos casais, faz com que a variabilidade genética seja muito baixa. As populações naturais possuem uma grande variabilidade genética pelo fato de serem provenientes de muitos casais que se reproduzem na natureza, selecionados pelas condições naturais do ambiente. Dessa forma, introduções aleatórias, mesmo feitas com as melhores intenções, podem levar à redução dessa variabilidade genética e, eventualmente, compormeter a sobrevivência da espécie. O segundo diz respeito à introdução de doenças e parasitas que antes não existiam no ambiente natural. Isto acontece porque a criação em cativeiro, em alta densidade, é extermamente propícia ao aparecimento de doenças e propagação de parasitas. afish aPantanal apopulation areproduction aPeixe aPopulação aReprodução aRepovoamento tEco.21gv.13, n.83, p.42-43, out., 2003.