02130nam a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501610007826001200023952014510035965000240181065000200183465300280185470000230188270000240190570000190192916604492011-07-21 2009 bl uuuu u00u1 u #d1 aKATIKI, L. M. aAvaliação de Mentha piperita, Cymbopogon martinii e Cymbopogon schoenanthus sobre ratos Wistar infectados artificialmente com Strongyloides venezuelensis. aIn: REUNIÃO ANUAL DO INSTITUTO BIOLÓGICO , 22., 2009, São Paulo. Anais... São Paulo: Instituto Biológicoc2009 aOitenta ratos Wistar com cerca de cem gramas foram infectados artificialmente por via subcutânea com 2.000 L3 de Strongyloides venezuelensis. Após uma semana o OPG elevado confirmou a infecção por estágios adultos. Os animais foram divididos em 8 grupos homogêneos de 10 animais: grupos controle positivo, controle negativo, menta 1,5µl/g, menta 2,3 µl/g, lemongrass1,5µl/g, lemongrass 2,3 µl/g, palmarosa 1,5µl/g, palmarosa 2,3 µl/g. Os grupos receberam solução contendo o óleo essencial nas proporções mencionadas diluído em sorbitol qsp 1ml, uma vez ao dia durante três dias. O grupo controle positivo recebeu sorbitol e o negativo recebeu albendazol 10 mg/kg. Os animais foram submetidos a jejum prévio de oito horas e por três horas após administração dos produtos. O OPG foi realizado todos os dias durante cinco dias. Ao final do experimento todos os animais foram eutanasiados e tiveram o intestino delgado separados para proceder a recuperação dos parasitas para quantificação. Animais que receberam albendazol tiveram 100% de redução do OPG e de parasitas adultos. Os grupos que receberam óleos essenciais nas diversas concentrações não apresentaram diferenças no valor de OPG e de contagem dos parasitas adultos quando comparados ao grupo controle. Concluímos que os óleos essenciais não foram eficientes para a redução da infecção parasitária por Strongyloides venezuelensis em ratos Wistar. aCymbopogon martinii aMentha piperita aCymbopogon schoenanthus1 aAMARANTE, A. F. T.1 aCHAGAS, A. C. de S.1 aETECHEBERE, M.