02434naa a2200337 a 450000100080000000500110000800800410001902400640006010000160012424501120014026000090025252014630026165000180172465000140174265000100175665000150176665000240178165000090180565000160181465000130183065300210184365300220186465300140188665300160190070000210191670000180193770000190195570000160197470000220199077300840201214898952015-11-18 2006 bl uuuu u00u1 u #d7 ahttp://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v5n1p139-1442DOI1 aBRAZ, R. F. aPerda de peso pós-colheita de espigas de milho-verde em função de diferentes formas de acondicionamento. c2006 aA intensa atividade metabólica apresentada por órgãos colhidos ainda imaturos, como é o caso do milho verde, pode acarretar elevadas perdas pós-colheita. A adoção de técnicas de armazenamento e de híbridos adequados pode reduzir a essas perdas, permitindo maiores períodos de comercialização desse produto. O presente trabalho objetivou avaliar a influência de diferentes formas de acondicionamento sobre a perda de peso pós-colheita de espigas de milho verde ?in natura? dos híbridos DINA 170 e AG 1051. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repetições, dispostas em esquema fatorial de 3 X 2 X 2 (três acondicionamentos: espiga empalhada, espiga despalhada e espiga embalada); (dois híbridos: DINA 170 e AG 1051); (duas temperaturas de conservação: ambiente e 5 oC). Para a determinação da porcentagem de perda de peso, as espigas foram pesadas diariamente, sendo as médias comparadas pelo teste Tukey, a 5% de probabilidade. O tratamento espiga embalada evidenciou maior eficiência na manutenção da massa das espigas, independentemente da temperatura e do híbrido utilizado. Em temperatura ambiente, no tratamento espiga empalhada, o híbrido DINA 170 proporcionou menor perda de peso. No tratamento espiga despalhada, o híbrido AG 1051 proporcionou menor perda de peso. O comportamento dos dois híbridos, a 5 ºC, não diferiu estatisticamente em todos os acondicionamentos testados. aConservação aEmbalagem aMilho aMilho Doce aPerda Pós-Colheita aPeso aTemperatura aZea Mays aHíbrido AG 1051 aHíbrido DINA 170 aHíbridos aMilho-verde1 aGALVAO, J. C. C.1 aFINGER, F. L.1 aMIRANDA, G. V.1 aPUIATTI, M.1 aALMEIDA, A. A. de tRevista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoasgv. 5, n. 1, p. 139-144, 2006.