01913naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001902400730006010000180013324500950015126000090024652012510025565300160150665300200152265300210154265300250156370000160158870000190160477300840162314887952015-11-10 2005 bl uuuu u00u1 u #d7 ahttp://rbms.cnpms.embrapa.br/index.php/ojs/article/view/134/1332DOI1 aCORREA, P. C. aIsotermas de sorção das espigas de milhobobtenção e modelagem.h[electronic resource] c2005 aO objetivo do presente trabalho foi determinar as isotermas de sorção das espigas de milho para diversas condições de temperatura e umidade relativa do ar e ajustar diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais. Para obtenção do teor de água de equilíbrio higroscópico das espigas de milho foi utilizado o método estático, em câmaras com temperatura controlada, contendo no seu interior dessecadores com soluções salinas saturadas. A temperatura variou entre 10 e 50°C e a umidade relativa entre 0,11 e 0,84 (decimal). As amostras foram pesadas periodicamente, sendo o equilíbrio higroscópio alcançado quando a variação da massa das amostras foi igual ou inferior a 0,01 g. Os modelos matemáticos recomendados pela ASAE foram ajustados as dados experimentais. Para a avaliação do grau de ajuste de cada modelo considerou-se a magnitude do coeficiente de determinação ajustado, erros médio relativo e estimado, e a verificação do comportamento da distribuição dos resíduos. Conclui-se que a higroscopicidade da espiga de milho segue a mesma tendência da maioria dos produtos agrícolas e que os modelos de Chung-Pfost Modificado, Halsey Modificado e Oswin Modificado representam adequadamente o fenômeno. aDessorção aEspiga de milho aHigroscopicidade aModelos matemáticos1 aRESENDE, O.1 aRIBEIRO, D. M. tRevista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoasgv. 4, n. 1, p. 126-134, 2005.