02235naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000280006024500840008826000090017252016660018165000100184765300330185765300200189065300310191070000200194177300920196114871842015-11-13 2003 bl uuuu u00u1 u #d1 aMIRANDA FILHO, J. B. de aYield potential and variability of two maize composites.h[electronic resource] c2003 aNo ano agrícola de 1994/95, 1.272 acessos do Banco ativo de Germoplasma de Milho da Embrapa foram avaliados em diversos locais previamente escolhidos, para assegurar a incidência de doenças foliares causadas por Phaeosphaeria maydis e Exserohilum turcicum. Dois compostos denominados RPM (Resistente a P. maydis) e RET (Resistente a E.turcicum) foram sintetizados após a recombinação de 46 e 34 acessos, respectivamente. Após duas geraçõesde recombinação, uma amostra de 300 espigas de polinização livre (famílias de meios-irmãos) foi tomada de cada população. As famílias foram avaliadas em Anhembi (SP), no ano de 1999/00, em seis experimentos, com 50 famílias representando cada população. O híbrido Master (Novartis Seeds) foi utilizado como testemunha. A partir das análises de variância, foram estimados a variância genética aditiva (o2A) e o coeficiente de herdabilidade (h2F), para os caracteres peso de espigas, altura da planta e altura da espiga. A média de produção de espigas do composto RPM foi de 5.707 t ha-1 (77% do híbrido testemunha). as médias de altura de planta e da espiga foram 19,4%e 36,3% maiores que as da testemunha. Os parâmetros de variabilidade para produção foram altos, com estimativas de o2A e h2F de 554,73 (g/pl)2 e 0,58, respectivamente. A média de produção do composto RET foi de 4.393 t ha -1 (56,7% do híbrido testemunha). para altura de planta e da espiga, as médias foram levemente inferiores às da testemunha. No composto RT, a variabilidade de produção foi menos expressiva, com estimativa de 195,58 (g/pl)2 e 0,40 para variabilidade aditiva e herdabilidade, respectivamente. aMilho aCoeficiente de herdabilidade aMancha foliares aVariancia genetica aditiva1 aGORGULHO, E. P. tRevista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoasgv. 2, n. 2, p. 90-98, maio/ago. 2003.