03399nam a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501470008026001410022750000440036852025590041265000230297165300110299465300290300570000240303470000210305870000260307970000200310570000220312570000220314721824602025-12-10 2025 bl uuuu u00u1 u #d1 aSILVA, B. P. da aCaracterização química e qualidade proteica in vitro de mistura de farinhas pré-cozidas de milheto e feijão-caupi.h[electronic resource] aIn: SIMPÓSIO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS E NUTRIÇÃO, 16., 2025, Águas de Lindóia. Anais [...]. Campinas: Galoác2025 aSLACAN 17-19 nov. 2025; Pôster 331227. aO feijão-caupi e o milheto são culturas propícias para crescimento em regiões semiáridas e se destacam pelo alto teor proteico; no entanto, são limitantes em alguns aminoácidos como metionona+cisteína e lisina. A combinação desses alimentos busca equilibrar os aminoácidos indispensáveis, tornando essa mistura de alto valor biológico. O objetivo do trabalho foi avaliar a composição química e a qualidade proteica in vitro de uma mistura de farinhas pré-cozidas de milheto pérola e feijão-caupi BRS Tumucumaque. Determinou-se a proporção das farinhas a serem utilizadas para a obtenção da mistura (75% milheto: 25% feijão-caupi) baseado no percentual de proteína e no perfil de aminoácidos indispensáveis, de modo que atendesse ao padrão de aminoácidos essenciais para crianças de 6 meses a 3 anos. Foi realizada a composição química centesimal e a análise do perfil de aminoácidos, por HPLC, da mistura das farinhas. Além disso, foi determinada a digestibilidade proteica nessa mistura, utilizando o método “pH Drop”. Aplicou-se análise de variância one-way ANOVA, seguida pelo teste de Newman-Keuls (α=5%). A mistura apresentou 15,52 ± 0,53% de proteínas, 15,21 ± 1,77% de fibras alimentares, 4,56 ± 0,50% de lipídeos, 2,11 ± 0,07% de cinzas e 63,39 ± 0,13% de carboidratos. O perfil de aminoácidos indicou que a mistura apresentou como aminoácido limitante a lisina (41,56 mg/g), entretanto apresentou elevada digestibilidade proteica (90,37%). Esse valor é positivo uma vez que a digestibilidade proteica in vitro da mistura foi maior em relação a digestibilidade in vitro do feijão (85,16%). Ao corrigir a digestibilidade verdadeira pelo escorre químico do aminoácido limitante (PDCAAS), o seu valor correspondeu a 65,97%. Apesar do valor estar abaixo da recomendação (70%), o mesmo foi superior ao valor de PDCAAS da farinha de milheto isolada (48,26%). Além disso, a mistura foi capaz de elevar os teores de triptofano (10,31 mg/g), metionina + cisteína (47,36 mg/g), histidina (25,45 mg/g) e lisina (41,56 mg/g), demonstrando o efeito positivo da combinação entre leguminosa e cereal. Dessa forma, a combinação do milheto com o feijão caupi pode permitir corrigir deficiências específicas e pode ser utilizada como ingrediente alimentar a fim de melhorar o valor nutricional de preparações produzidas a partir da mistura dessas farinhas. Além disso, novas proporções devem ser testadas a fim de melhorar ainda mais a composição e o perfil de aminoácidos da proteína. aPennisetum Glaucum aPDCAAS aVigna unguiculata L Walp1 aFONTES, A. A. V. A.1 aTOLEDO, R. C. L.1 aCARVALHO, C. W. P. de1 aROCHA, M. de M.1 aQUEIROZ, V. A. V.1 aMARTINO, H. S. D.