03432nam a2200253 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501640008226001410024650000440038752024880043165300360291965300220295565300240297770000210300170000200302270000250304270000220306770000250308970000250311470000180313970000210315721824442025-12-10 2025 bl uuuu u00u1 u #d1 aFLORÊNCIO, I. M. aSobrevivência de cultura nativa de lacticaseibacillus paracasei em bebida vegetal sob condições gastrointestinais simuladas in vitro.h[electronic resource] aIn: SIMPÓSIO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS E NUTRIÇÃO, 16., 2025, Águas de Lindóia. Anais [...]. Campinas: Galoác2025 aSLACAN 17-19 nov. 2025; Pôster 333272. aO desenvolvimento de alimentos saudáveis com ingredientes alternativos ao leite vem atraído a atenção, principalmente pela preocupação de grupos de consumidores com intolerância à lactose, alergia à proteína do leite e tendência às dietas veganas. Este estudo objetivou avaliar a sobrevivência da cepa nativa potencialmente probiótica Lacticaseibacillus paracasei TRA061676 em uma bebida à base de leite de coco (Cocos nucifera L.) em condições do trato gastrintestinal (TGI) simuladas in vitro, sendo esta sobrevivência um dos principais indicativos de que os alimentos com probióticos poderiam desempenhar seus benefícios. Dois lotes produzidos em datas distintas (replicatas independentes) da bebida vegetal foram analisados aos 28 dias de armazenamento, uma vez que o probiótico deve apresentar-se viável e sobreviver às condições gastrointestinais até o fim de sua estocagem. Uma alíquota de 5 g do produto foi acrescida de fluido contendo amilase (atingindo concentração enzimática de 2 g/L) e o pH foi mantido em 6,25 ± 0,11. Os frascos foram incubados a 37 °C por 2 min sob agitação (fase oral). Após 2 min, houve redução do pH para 2,79 ± 0,37 (fase gástrica) para a adição de pepsina (3,75 g/L) e lipase (0,9 g/L). Após 2 h de fase gástrica, as condições entéricas foram simuladas em duas fases. Primeiramente, o pH foi elevado a 6,86 ± 0,04 (fase entérica I) para a adição de bile bovina (10 g/L) e pancreatina (1 g/L). Após, 2 h de incubação da fase entérica I, o pH foi ajustado a 8,09 ± 0,06, seguido de mais 2h de incubação (fase entérica II), totalizando 6 h de ensaio. As amostras coletadas na fase oral (2 min), após a fase gástrica (2 h) e ao final das fases entéricas I e II (4 h e 6 h, respectivamente), passaram por diluições decimais seriadas e semeio em profundidade em ágar MRS acidificado (pH 5,4), seguido de incubação a 37o C por 48-72 h. Durante a simulação, L. paracasei atingiu viabilidade (log UFC/g de bebida) de 6,91 ± 0,71, 6,86 ± 0,58, 6,88 ± 0,52 e 6,83 ± 0,68 nas fases oral, gástrica, entérica I e entérica II, respectivamente. Neste estudo a cepa L paracasei TRA061676 atingiu níveis superiores a 6 log UFC/g até a última fase da simulação gastrointestinal in vitro, existindo elevada chance do mesmo comportamento ser demonstrado in vivo, permitindo que o microrganismo alcance e se multiplique no intestino humano para exercer seus efeitos benéficos à saúde. aAlimentos alternativos ao leite aBactéria lática aPotencial funcional1 aCAMILO, J. O. C.1 aSOUZA, E. de O.1 aCAMPELO, J. P. de O.1 aSANTOS, M. N. dos1 aSANTOS, K. M. O. dos1 aSANTOS, E. V. P. dos1 aDANTAS, G. C.1 aBURITI, F. C. A.