03493nam a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024502060007726000160028350001750029952026310047465000240310565000130312965000130314265000150315565000100317065300150318065300170319565300260321265300250323821814412025-11-12 2024 bl uuuu m 00u1 u #d1 aALVES, G. C. aProdução de forragem, comportamento ingestivo e termorregulação de ovelhas secas em pasto de capim-tamani sob monocultivo ou silvipastoril irrigados no Semiárido brasileiro.h[electronic resource] a2024.c2024 aDissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Estadual Vale do Acaraú, Sobral. Orientadora: Aline Vieira Landim; Coorientador: Clemente Fernandes dos Santos Neto. aOs sistemas silvipastoris se bem manejados representam uma importante tecnologia de uso da terra, ao qual podem contribuir para um ambiente mais adequado na produção de ruminantes, através da melhoria do microclima e redução na sazonalidade de produção de forragem. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a produção e consumo de forragem, microclima, comportamento e respostas termorreguladoras de ovelhas secas localmente adaptadas em sistema intensivo de pasto de capim-tamani em monocultivo ou silvipastoril irrigados no Semiárido. Foram utilizadas 18 ovelhas secas da raça Morada Nova, com aproximadamente 03 anos de idade, com peso médio corporal de 26,8 + 4,3 kg, alocadas nos tratamentos com capim tamani manejado intensivamente em sistema de monocultivo e silvipastoril com árvores da Caatinga. Distribuídos em delineamento em blocos completos, inteiramente casualizados com duas parcelas e três repetições. Os animais foram manejados no pasto diariamente entre 6h e 18h. Os índices de conforto térmico animal reduziram dentro do sistema silvipastoril nos horários de maior estresse térmico ao longo do dia. O mesmo ocorreu para temperatura ambiente que foi mais baixa no silvipastoril em relação ao monocultivo (32,5 e 33,3ºC, respectivamente). Nas respostas termorreguladoras, houve maior frequência respiratória nos animais expostos no sistema em monocultivo entre os horários de 12-14h, com 91,8 respirações.min-1 , enquanto no sistema que havia influência das árvores, os animais apresentaram cerca de 78,9 respirações.min-1 . Em relação as características estruturais e produtivas do capim-tamani, não houve influência do sombreamento das árvores em meio a pastagem. O escore de condição corporal das ovelhas, consumo e taxa de desaparecimento da MS e demais nutrientes em ambos os sistemas não foram afetados. Entretanto, os animais permaneceram por mais tempo sob o sombreamento natural do sistema silvipastoril, despendendo aproximadamente 40% (5,5h) do tempo sob a sombra em relação ao sombreamento artificial dispoível no sistema em monocultivo, que foi cerca de 16,6% (equivalente a pouco menos de duas horas) de todo tempo que permaneciam no pasto. A frequência pastejando em ambos sistemas foi de aproximadamente 70% (8,4h) em relação ao tempo de permanência no pasto. O resultado dos dados demonstrou que o sistema silvipastoril manejados intensivamente com ovinos, além de promover produtividade do pasto semelhante ao monocultivo, o componente arbóreo promoveu melhoria do microclima e conforto térmico as ovelhas em condições de pastejo. aMegathyrsus maximus aCaatinga aForragem aMicroclima aOvino aBRS Tamani aCapim tamani aSistema silvipastoril aSombreamento natural