02659nam a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501410007626000160021730000100023350002120024352018380045565000110229365000130230465000110231765000190232865000260234765000210237365000100239465000250240421813002025-12-01 2025 bl uuuu m 00u1 u #d1 aLACERDA, T. aQualidade e segurança das polpas de açaí e produtos derivados comercializados no município do Rio de Janeiro.h[electronic resource] a2025.c2025 a78 f. aDissertação (Mestrado em Alimentos e Nutrição) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2025. Orientadora: Renata Galhardo Borguini (CTAA). Coorientadora: Simone Augusta Ribas. aA Amazônia abriga uma rica diversidade de frutas nativas, entre elas o açaí, cujo fruto tem grande importância para a bioeconomia da região, sendo fonte de renda para povos e comunidades tradicionais e amplamente utilizado na produção de alimentos com alto valor comercial. Esta dissertação teve como objetivo avaliar o padrão de identidade e qualidade, com base nos parâmetros físico-químicos e microbiológicos, das polpas de açaí e de produtos derivados comercializados no município do Rio de Janeiro, segundo os critérios estabelecidos pela Instrução Normativa no 37/2018 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). No primeiro estudo, foram analisadas 17 marcas de polpa de açaí, todas apresentaram ao menos uma não conformidade em relação à legislação vigente. Embora não tenha sido detectada a presença de Salmonella spp., 30% das amostras apresentaram contagens elevadas de bactérias aeróbias mesófilas (até 5,5 × 104 UFC/g), além de variações nos parâmetros físico-químicos: pH entre 4,00 e 4,85; teores de fenólicos totais entre 123,73 e 770,50 mg/100g; e de antocianinas entre 6,50 e 493,75 mg/100g. No segundo estudo, que avaliou 21 bebidas prontas à base de açaí, todas as amostras apresentaram alguma não conformidade, sendo a presença de Escherichia coli o principal indicativo de falhas higiênico-sanitárias. Os valores de pH variaram de 4,01 a 5,89 e os teores de antocianinas ficaram entre 0,11 e 43,25 mg/100g, abaixo do mínimo esperado. Os resultados revelaram dificuldades em manter a qualidade desses produtos devido à alta perecibilidade do açaí. A pesquisa pretende contribuir para o fortalecimento de uma cadeia produtiva mais segura, sustentável e alinhada às exigências sanitárias e à valorização da biodiversidade amazônica. aAçaí aAlimento aBebida aBiodiversidade aControle de Qualidade aEuterpe Oleracea aPolpa aSegurança Alimentar