03435nam a2200277 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501290007826000450020730000100025249000460026250000120030852025880032065000240290865000260293265000190295865000130297765000250299065300160301570000280303170000180305970000290307770000270310670000240313321594792024-04-10 2023 bl uuuu u0uu1 u #d1 aAMARAL, T. A. aMetodologia para o Zoneamento Agrícola de Risco Climático da produtividade do milhobZarcPro-Milho.h[electronic resource] aSete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgoc2023 a35 p. a(Embrapa Milho e Sorgo. Documentos, 279). aODS 13. aA maior parte da produção de milho no Brasil ocorre em regime de sequeiro, tanto na primeira quanto na segunda safra, estando, portanto, sujeita a instabilidades climáticas que podem afetar o rendimento de grãos. Irregularidade no regime de chuvas, que induz estresse hídrico na cultura, é o principal fator responsável pela quebra da produtividade do milho no País. Algumas estratégias de manejo da cultura podem ser empregadas para atenuar esse problema, entre as quais, a escolha do período de semeadura adequado, preconizado no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As ferramentas computacionais utilizadas no zoneamento necessitam, todavia, serem aprimoradas, principalmente em razão da nova era chamada agricultura digital, na qual os produtores do mundo e do Brasil tendem a se engajar. Esse novo paradigma deverá demandar o uso cada vez mais constante de modelos de simulação que permitem a integração de conhecimento para se avaliarem os diversos fatores que afetam a agricultura, e auxiliar os produtores na tomada de decisão. O estudo em questão fez uso de um modelo de simulação, baseado em processos biofísicos, para estabelecer o Zarc para a cultura do milho no País, levando-se em consideração seis classes de água disponível no solo, três durações de ciclo das cultivares, três níveis de risco, além de nove classes de produtividade de grãos. Dessa forma, o produtor poderá saber, para o seu tipo de solo e cultivar, o risco de se semear em certa data, considerando um certo nível de produtividade esperada e, assim, ajustar o seu sistema de produção. A inclusão de níveis de produtividade esperada possibilitará, também, um melhor planejamento da aplicação de seguro agrícola, quer seja público ou privado. O objetivo deste estudo foi desenvolver uma metodologia para aplicação de um modelo, baseado em processos biofísicos, no Zoneamento Agrícola de Risco Climático da Produtividade (ZarcPro), para a cultura do milho. Os resultados esperados, com a aplicação dessa metodologia, atendem aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Mais especificamente, contempla o ODS 13 – “Ação contra a mudança global do clima” (Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos), por auxiliar no cumprimento da meta 13.1, que consiste em “Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países”. aAptidão Climática aModelo de Simulação aPerfil do Solo aZea Mays aZoneamento Agrícola aSelo ODS 131 aANDRADE, C. de L. T. de1 aCUADRA, S. V.1 aMONTEIRO, J. E. B. de A.1 aGUIMARAES, P. E. de O.1 aTRINDADE, R. dos S.