02193naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001902400440006010000190010424501450012326000090026850000970027752013630037465300170173765300260175465300280178070000220180870000230183077301340185320749622017-09-04 2016 bl uuuu u00u1 u #d7 ahttp://dx.doi.org/10.4322/rca.21722DOI1 aSCORIZA, R. N. aColêmbolos e fungos micorrízicos arbusculares como indicadores de degradação em fragmentos florestais de encosta.h[electronic resource] c2016 aSpringtails and mycorrhizal fungi as indicators of degradation in forest fragments of slope. aPara o sucesso de qualquer medida de conservação e recuperação, é necessário avaliar e interpretar o grau de degradação das florestas fragmentadas, ambiente dominante na paisagem tropical. Com isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar os colêmbolos epígeos e os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) como indicadores de degradação em fragmentos florestais de encostas de morrotes. O estudo foi realizado em quatro fragmentos florestais nas bacias hidrográficas dos rios Macacu e Caceribu, no município de Itaboraí, Estado do Rio de Janeiro. Como os fragmentos florestais estão em morrotes, as coletas foram realizadas nos terços superior, médio e inferior, na época seca e úmida do ano. Na comunidade de colêmbolos, a ordem Entomobryomorpha foi predominante, com maior número de indivíduos na época seca. Para os FMA, a menor densidade de esporos no fragmento P1 é um indicativo de uma biota mais diversa e estável. Ambas as comunidades apresentaram relação com atributos do solo e da vegetação, denotando sua sensibilidade a fatores e a alterações ambientais. Dessa forma, mesmo ocupando diferentes estratos verticais do solo, apresentaram respostas semelhantes, apontando o fragmento florestal P1 como o mais conservado e com potencial de ser utilizado como referência em projetos de recuperação de áreas degradadas. aBioindicador aComunidade biológica aConservação florestal1 aCORREIA, M. E. F.1 aSILVA, E. M. R. da tRevista Ciencias Agrarias : Amazonian Journal of Agricultural and Environmental Sciencesgv. 59, n. 4, p. 386-392, out./dez. 2016