02055naa a2200253 a 450000100080000000500110000800800410001902200140006010000170007424501220009126000090021352013210022265000190154365000110156270000160157370000210158970000210161070000190163170000200165070000180167070000190168870000200170777300740172720584072016-12-12 2012 bl uuuu u00u1 u #d a2236-31221 aNUNES, M. A. aTrapoeraba (Commelina benghalensis L.) como fonte de inóculo do vírus da leprose dos citros.h[electronic resource] c2012 aA leprose dos citros, relatada no Brasil desde a década de 1930, é uma das doenças mais importantes da cultura no país devido à sua ampla disseminação e ao alto custo para o controle químico do ácaro vetor Brevipalpus phoenicis. O agente causal da doença é o Citrus leprosis virus C (CiLV-C), que na planta de citros induz sintomas localizados de manchas anelares cloróticas ou necróticas nas folhas, frutos e ramos, além de descamação intensa nos ramos. Fontes de inóculo no campo são essenciais para a disseminação da doença, uma vez que sua transmissão não se dá por enxertia, mas exclusivamente pelo ácaro vetor. Experimentalmente foi relatada a transmissão do CiLV-C para plantas não cítricas, o que levantou a possibilidade de plantas espontâneas em pomares serem suscetíveis ao vírus e participarem da epidemiologia da leprose. Neste trabalho, foram caracterizados os sintomas de leprose em trapoeraba (Commelina benghalensis), uma planta infestante comum em pomares de citros, infectadas naturalmente e experimentalmente pelo CiLV-C. Foram verificadas lesões pontuais necróticas, sendo que em casa de vegetação as lesões chegaram a produzir halos cloróticos e necrose de ramos. A presença do CiLV-C nos tecidos das lesões foi confirmada por RT-PCR e imunofluorescência aFruta cítrica aVírus1 aLAMEIRO, P.1 aCALEGARIO, R. F.1 aBERGAMINI, M. P.1 aCOERINI, L. F.1 aKITAJIMA, E. W.1 aBASTIANEL, M.1 aNOVELLI, V. M.1 aASTUA, J. de F. tCitrus Research & Technology, Cordeirópolisgv.33, n.1, p.1-9, 2012.