03669nam a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000260006024501230008626000160020930000100022550001880023552028580042365000140328165000190329565000140331465300110332865300230333965300210336265300300338365300260341320463882026-05-06 2014 bl uuuu m 00u1 u #d1 aOLIVEIRA, C. S. A. de aFenologia, prospecção fitoquímica e manejo da poda em ramos de jaborandi (Pilocarpus microphyllus Stapf ex Holmes). a2014.c2014 a54 f. aTese (Doutorado em Ciências Agrárias) - Universidade Federal Rural da Amazônia; Embrapa Amazônia Oriental, Belém, PA. Orientador: Osmar Alves Lameira, Embrapa Amazônia Oriental. aEntre as plantas que possuem efeito medicinal comprovado, o jaborandi (Pilocarpus microphyllus Stapt) é considerado planta prioritária em programas de conservação. Dentre as treze espécies que ocorrem no Brasil, P. microphyllus é conhecido por jaborandi verdadeiro por possuir maiores teores de pilocarpina em suas folhas, um alcaloide imidazólico, cuja principal ação ocorre no tratamento contra o glaucoma e, por isso, é o mais intensamente utilizado. O trabalho teve como objetivos: realizar o estudo fenológico de acessos do Banco Ativo de Germoplasma de Jaborandi (BAG-Jaborandi), a prospecção fitoquímica de folhas de jaborandi e avaliar e comparar distâncias de cortes em ramos para colheita de folhas de jaborandi. A área de estudo para avaliação do material vegetal foi o Banco Ativo de Germoplasma de Jaborandi da Embrapa Amazônia Oriental, situada no município de Belém-PA. Para as avaliações fenológicas, os registros foram coletados de quatro acessos (Merck cultivado a pleno sol e à sombra, Japonês e Bonal 4 cultivados a pleno sol) diariamente por um período de 24 meses, correspondente aos anos de 2010 a 2012, de cinco plantas/acesso e organizados para demonstração mensal, através de fichas com a numeração respectiva das plantas, com registro de presença ou ausência das feno fases floração e frutificação. A determinação do peso seco das amostras dos acessos foi realizada no Laboratório de Agroindústria da Embrapa Amazônia Oriental. Na realização das podas foram utilizados os mesmos acessos. A colheita das folhas foi realizada manualmente com o auxílio de tesoura de poda, realizando-se cortes nos ramos, respectivamente, 10 e 20 em de distância, para não causar danos físicos às plantas, e ainda, possibilitar sua regeneração. As plantas de cada acesso, registradas e identificadas foram avaliadas a cada 10 dias, após a primeira poda dos ramos, visando determinar o número de folhas e comprimento da maior brotação, número de brotações, número total de folhas por corte e o tempo de regeneração para a segunda poda. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial envolvendo três experimentos. Os resultados obtidos demonstraram que a floração ocorreu o ano todo e a frutificação em onze meses do ano. A prospecção fitoquímica revelou a presença de 11 classes de constituintes químicos. As distâncias de corte beneficiaram o lançamento de novos ramos sem prejudicar o desenvolvimento da planta, e a partir dos 10 meses de realização da poda dos ramos, o sistema de cultivo a pleno sol respondeu com maior eficiência independentemente, da distância de corte realizado. A realização de podas consecutivas favoreceu a produção de folhas, aumentando a produtividade sem prejudicar o desenvolvimento da planta. aFenologia aFrutificação aJaborandi aCortes aFloração vegetal aManejo de planta aProspecção fitoquímica aRegeneração vegetal