01593nam a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000250006024501270008526001420021230000100035452008770036465000140124165000260125565000250128165000140130665300240132070000230134470000200136720185492023-11-16 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aANDRADE, C. M. S. de aEficiência de longo prazo da consorciação entre gramíneas e leguminosas em pastagens tropicais.h[electronic resource] aIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA, 25., 2015, Fortaleza. Dimensões tecnológicas e sociais da Zootecnia: anais. Fortaleza: ABZc2015 a31 p. aAs pesquisas para viabilizar o uso de leguminosas forrageiras em pastagens tropicais tiveram início na década de 1940, quando instituições australianas iniciaram um agressivo programa de coleta de germoplasma ao redor do mundo (Clements & Henzell, 2010). Até então, a importância das leguminosas tropicais se limitava ao uso como plantas de cobertura em plantações de seringueira, dendezeiros, etc. (Schultze-Kraft & Giacometti, 1979). Isso permitiu à Austrália assumir o protagonismo inicial na pesquisa com leguminosas tropicais, sendo responsável pelo lançamento de grande número de cultivares entre as décadas de 1950 e 1980. Um marco importante deste período foi o lançamento do Macroptilium atropurpureum cv. Siratro, a primeira cultivar de leguminosa forrageira tropical resultante de melhoramento genético (Clements & Henzell, 2010; Jones, 2014). aGramínea aLeguminosa Forrageira aPastagem Consorciada aPecuária aPastagens tropicais1 aASSIS, G. M. L. de1 aFERREIRA, A. S.