06043nam a2200265 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501860007726000160026330000100027950001020028952051380039165000230552965000230555265000330557565000170560865000250562565000260565065000210567665000240569765000220572165000120574365000220575520121302015-03-25 2014 bl uuuu m 00u1 u #d1 aCOSTA, L. B. aEfeito da radiação UV-B na interação Botrytis cinerea - Clonostachys rosea em morangueiro e do ácido 4-aminobenzóico no controle do patógeno em tabaco.h[electronic resource] a2014.c2014 a87 f. aTese (Doutorado) - Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista, Botucatu. aResumo: A incidência de radiação ultravioleta (UV 100 a 400 nm) na terra, em especial a radiação UV-B (280-320 nm), por ser filtrada exclusivamente pela camada de ozônio e apresentar grande efetividade biológica, quando comparada com os outros espectros da radiação UV, está sendo alterada com as mudanças climáticas. Sendo a radiação solar um importante componente climático durante o desenvolvimento de um microrganismo no ambiente, se fez necessário avaliar a tolerância de fitopatógenos, bem como de agentes de biocontrole à radiação UV-B. Assim, o presente trabalho teve como objetivos estudar alguns aspectos da interação morangueiro × Botrytis cinerea × Clonostachys rosea × radiação UV-B. Nos estudos foram observadas diferenças significativas entre os 13 isolados de B. cinerea em relação a germinação de esporos e esporulação em discos de folhas de morango após irradiação com UV-B de 2,9 a 8,9 KJ m - 2. A germinação relativa variou de 75% a 95% e a esporulação variou em mais do que 100% entre os isolados de B. cinerea após exposição à radiação UV-B de 6,4 KJ m -2 . O isolado LQC-150 de B. cinerea apresentou maior germinação e esporulação em discos de folhas após irradiação e foi selecionado como o mais tolerante. O isolado LQC-150 de B. cinerea apresentou LD 50 de 6,2KJ m -2 . A esporulação de ambos os fungos em discos de folhas de morangueiro, quando inoculados individualmente, foi inversamente proporcional à dose de radiação UV-B. Quando desafiados na mesma folha e não irradiados, C. rosea reduziu a incidência do patógeno e a esporulação em 50% e 80%, respectivamente. A capacidade de C. rosea em controlar o patógeno nos discos foliares foi gradualmente reduzida com o aumento da radiação UV-B, sendo de 20% e 50%, respectivamente, para a incidência do patógeno e a esporulação, em maiores doses de UV-B. Em campo, houve uma redução da disseminação e da esporulação de C. rosea nas plantas submetidas a UV-B aumentado, consequentemente reduzindo a capacidade do fungo em controlar B. cinerea. Aplicações de C. rosea durante diferentes horários do dia mostraram resultados distintos, com a aplicação no período da manhã houve menor desenvolvimento de C. rosea quando comparado com a aplicação no final de tarde. Também foi estudado o potencial do ácido 4- aminobenzóico (PABA) em induzir resistência de plantas de Nicotiana benthamiana a B. cinerea e foi verificado que plantas tratadas com PABA foram mais resistentes ao patógeno. PABA não interferiu em nenhum parâmetro de crescimento das plantas. PABA induziu um aumento da expressão relativa de diversos genes de defesa de N. benthamiana tais como: NbPR-14, Nb-AMCM, NbPR-1a, Nb-CHn e Nb-ACC ao passo que o gene basic Nb-PR2 não apresentou diferença na sua expressão em plantas de N. benthamiana tratadas com PABA. Abstract: The incidence of ultraviolet (UV 100 to 400 nm) in the earth, especially UV-B radiation (280-320 nm) is being altered with climate change. The solar radiation is an important component for the development of microorganism in the environment, thus is important evaluate the tolerance of plant pathogens as well as the biocontrol agents to UV-B radiation. The present study aimed to study the interaction of strawberry x Botrytis cinerea x Clonostachys rosea x UV-B radiation. There were significantly differences among the thirteen B. cinerea strains in relation to spore germination and sporulation on leaf disks after irradiation ranging from 2.9 to 8.9 KJ m -2 . The relative germination ranged from 95 to 75% and the sporulation varied more than 100% among B. cinerea strains after exposure to radiation of 6.4 KJ m -2 . The LQC-150 strain showed high germination and sporulation on leaf disk after irradiation and was selected as a tolerant strain. Survival curve of B. cinerea strain LQC-150 showed lethal dose 50 (LD 50 ) of 6.2 KJ m -2 . The sporulation of both fungi on leaf disks was inversely proportional to the dose of UV-B radiation, while inoculated alone. When confronted in the same leaf disk and not irradiated, C. rosea reduced the incidence of the pathogen and its sporulation in about 50% and 80%, respectively. However, the ability of C. rosea to control B. cinerea on leaf disks was gradually reduced with the increase of UV-B radiation, reaching 20% and 50%, respectively for pathogen incidence and sporulation, on higher UV-B doses. When the bioagent was applied in the morning, the development was lower than when applied afternoon. The effect of PABA in the induction of resistante in plants of Nicotiana benthamiana against B. cinerea was evaluated and it was found that plants treated with PABA were more resistant to the pathogen. The evaluations of size of plants and leaves showed that PABA did not interfere in the growth parameters. PABA was able to induce an increase of relative expression of many genes of defense in N. benthamiana such: NbPR-14, Nb-AMCM, NbPR-1a, Nb-CHn e Nb-ACC while the gene basic Nb-PR2 did not show difference in its expression in N. benthamiana plants treated with PABA. aBiological control aClonostachys rosea aPlant diseases and disorders aStrawberries aTobacco mosaic virus aUltraviolet radiation aBotrytis cinerea aControle biológico aDoença de planta aMorango aRaio ultravioleta