01959nam a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000250006024501340008526002720021952010820049165000160157365000120158965000100160170000200161170000200163170000260165170000210167770000220169870000210172020003682025-09-11 2014 bl uuuu u00u1 u #d1 aGOTTSCHALK, L. M. F. aAvaliação da lipase livre e imobilizada de Aspergillus niger na hidrólise enzimática do óleo de soja.h[electronic resource] aIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 24.; CONGRESSO DO INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE FRUTOS TROPICAIS, 4., 2014, Aracaju. Inovação e sustentabilidade em ciência e tecnologia de alimentos: resumos. [Campinas]: SBCTAc2014 aNeste trabalho, as enzimas produzidas pela cepa mutante Aspergillus niger 11T53A14 e pela cepa selvagem Aspergillus niger C foram utilizadas livres e imobilizadas para a hidrólise do óleo de soja. As lipases foram imobilizadas por adsorção em octil-agarose e em fibra de coco e depois caracterizadas quanto à sua espeficidade. As condições da hidrólise enzimática do óleo de soja foram: proporção molar de água:óleo (6:1); carga da lipase de 5 UI/g de óleo; 50°C e 200 rpm. Monitorou-se a hidrólise durante 24 horas através da retirada de alíquotas de 1% do volume reacional e para interromper a reação, a estas alíquotas foram adicionados 1 mL de solução de parada 1:1:1 (acetona/etanol/água). Os ácidos graxos livres foram quantificados em titulador automático com NaOH 0,05 N. Os melhores resultados do rendimento da hidrólise foram obtidos com a lipase imobilizada em fibra de coco que apresentou um rendimento 6 vezes superior quando comparado à lipase livre. A lipase imobilizada em octil-agarose não foi capaz de hidrolisar o óleo de soja. aAspergillus aLípase aÓleo1 aSOUZA, E. F. de1 aTERZI, S. da C.1 aSOUSA, F. do C. A. de1 aSOARES, T. L. D.1 aBRIGIDA, A. I. S.1 aPENHA, E. das M.