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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. |
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Data corrente: |
27/08/2025 |
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Data da última atualização: |
27/08/2025 |
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Tipo da produção científica: |
Resumo em Anais de Congresso |
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Autoria: |
OLIVEIRA, R. de P.; BIANCHETTI, L. de B.; WALTER, B. M. T. |
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Afiliação: |
RODOLFO DE PAULA OLIVEIRA, UNIVERSIDADE DE BRASÍLA; LUCIANO DE BEM BIANCHETTI, CENARGEN; BRUNO MACHADO TELES WALTER, CENARGEN. |
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Título: |
A comunidade de epífitas vasculares em mata de galeria inundável e não-inundável no Distrito Federal, Brasil. |
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Ano de publicação: |
2010 |
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Fonte/Imprenta: |
In: CONGRESSO NACIONAL DE BOTÂNICA, 61., 2010, Manaus. Diversidade vegetal brasileira: conhecimento, conservação e uso: anais. Manaus: SBB, 2010. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
A comunidade epifítica no bioma Cerrado carece de estudos. Matas de galeria, em particular, possuem características que favorecem as epífitas vasculares. Buscando investigar diferenças comunitárias entre ambientes, realizou-se uma comparação da comunidade epifítica em dois trechos de mata: inundável e não-inundável. A amostragem foi conduzida na Fazenda Sucupira (15º54’23”S, 48º00’40”W), Brasília/DF. Foram alocados aleatoriamente três transectos de 100 m em cada trecho, subdivididos em 05 parcelas (5 x 20 m) cada. Na comunidade arbórea foram amostrados indivíduos com DAP ≥ 5 cm. A comunidade epifítica foi divida nas categorias holoepífitas ou hemiepífitas, e foram estabelecidas quatro “classes de quantidade” (1; de 2 a 5; de 6 a 10; acima de 10 indivíduos) e quatro “setores” quanto à posição no forófito: base (do solo até 1,5m), fuste (1,5 até a primeira ramificação), copa (primeira ramificação até o topo) e indiscriminado (base+fuste+copa). No trecho não-inundável amostrou-se 197 árvores, distribuídas em 29 famílias, 54 espécies, das quais 85 eram forófitos (43,1%), comportando 22 espécies de epífitas (10 famílias). Neste trecho, a categoria mais freqüente foi a das holoepífitas; o setor preferido foi a copa; a família mais representativa Orchidaceae; os gêneros mais representativos Epidendrum, Peperomia e Polypodium; havendo 15 espécies exclusivas, sendo Peperomia campinasana a mais freqüente. No trecho inundável amostrou-se 359 árvores, distribuídas em 23 famílias, 31 espécies, das quais 176 eram forófitos (49,0%), comportando 17 espécies de epífitas (9 famílias). A categoria mais freqüente foi a das holoepífitas; o setor preferido a base; as famílias mais representativas Orquidaceae e Polypodiaceae; o gênero mais representativo Polypodium; comportando 11 espécies exclusivas, sendo Polypodium fraxinifolium a mais freqüente. As espécies Araceae-1, Philodendron bipinnatifidum , Isabelia violacea, Pleurothalis sp., Scaphyglotis prolifera, Campyloneurum sp. e Polypodium hirsutissima foram comuns aos dois trechos. Os resultados apontam especificidades florísticas e estruturais na comunidade epifítica, corroborando diferenças ambientais entre os dois trechos de mata. MenosA comunidade epifítica no bioma Cerrado carece de estudos. Matas de galeria, em particular, possuem características que favorecem as epífitas vasculares. Buscando investigar diferenças comunitárias entre ambientes, realizou-se uma comparação da comunidade epifítica em dois trechos de mata: inundável e não-inundável. A amostragem foi conduzida na Fazenda Sucupira (15º54’23”S, 48º00’40”W), Brasília/DF. Foram alocados aleatoriamente três transectos de 100 m em cada trecho, subdivididos em 05 parcelas (5 x 20 m) cada. Na comunidade arbórea foram amostrados indivíduos com DAP ≥ 5 cm. A comunidade epifítica foi divida nas categorias holoepífitas ou hemiepífitas, e foram estabelecidas quatro “classes de quantidade” (1; de 2 a 5; de 6 a 10; acima de 10 indivíduos) e quatro “setores” quanto à posição no forófito: base (do solo até 1,5m), fuste (1,5 até a primeira ramificação), copa (primeira ramificação até o topo) e indiscriminado (base+fuste+copa). No trecho não-inundável amostrou-se 197 árvores, distribuídas em 29 famílias, 54 espécies, das quais 85 eram forófitos (43,1%), comportando 22 espécies de epífitas (10 famílias). Neste trecho, a categoria mais freqüente foi a das holoepífitas; o setor preferido foi a copa; a família mais representativa Orchidaceae; os gêneros mais representativos Epidendrum, Peperomia e Polypodium; havendo 15 espécies exclusivas, sendo Peperomia campinasana a mais freqüente. No trecho inundável amostrou-se 359 árvores, distribuídas em 23 famílias, 31 esp... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Comunidade; Epífita vascular; Mata de galeria. |
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Thesagro: |
Cerrado. |
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Categoria do assunto: |
-- |
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Marc: |
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Registro original: |
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (CENARGEN) |
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| 1. |  | BRITO NETTO, M. S.; LIMA, W. G.; CORREIA, K. C.; SILVA, C. de F. B. da; THON, M.; MARTINS, R. B.; MILLER, R. N. G.; MICHEREFF, S. J.; CÂMARA, M. P. S. Analysis of phylogeny, distribution, and pathogenicity of Botryosphaeriaceae species associated with gummosis of Anacardium in Brazil, with a new species of Lasiodiplodia. Fungal Biology, v. 121, n. 4, p. 437-451, 2017.| Tipo: Artigo em Periódico Indexado | Circulação/Nível: A - 2 |
| Biblioteca(s): Embrapa Agroindústria Tropical. |
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