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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Mandioca e Fruticultura. |
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Data corrente: |
30/09/2014 |
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Data da última atualização: |
03/11/2025 |
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Tipo da produção científica: |
Artigo em Anais de Congresso |
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Autoria: |
BORGES, A. L.; SANTOS, J. C. da S.; NASCIMENTO FILHO, E. C. do. |
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Afiliação: |
ANA LUCIA BORGES, CNPMF; JEAN CLEBER DA SILVA SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA; EDSON CARVALHO DO NASCIMENTO FILHO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA. |
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Título: |
Avaliação agronômica de genótipos de bananeira sob coberturas vegetais em sistema orgânico - primeiro ciclo. |
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Ano de publicação: |
2014 |
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Fonte/Imprenta: |
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 23., 2014, Cuiabá. Fruticultura: oportunidades e desafios para o Brasil: anais. Cuiabá: SBF: UFMT: CREA-MT: MAPA, 2014. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
A bananeira (Musa spp.) é cultivada em todos os países tropicais e o seu fruto é um dos mais consumidos no Mundo. No Brasil a fruta ocupa o segundo lugar em quantidade produzida, da ordem de 6,9 milhões de toneladas em aproximadamente 481 mil hectares. É consumida como sobremesa e fonte de nutrientes e vitaminas, principalmente potássio (2.640 a 3.870 mg/kg) e vitamina C (59 e 175 mg/kg). Diferentes variedades de bananeiras são cultivadas no Brasil, principalmente do tipo Prata, em torno de 60% nas Regiões Nordeste e Sudeste, que são as maiores produtoras, e basicamente no sistema convencional. Contudo, genótipos resistentes a pragas e doenças estão sendo desenvolvidos e avaliados nos sistemas convencional e orgânico. No sistema orgânico deve-se priorizar a utilização de material de propagação originário de espécies vegetais adaptadas às condições edafoclimáticas locais e tolerantes a pragas e doenças (MAPA, 2011). No Estado de São Paulo, no ecossistema Mata Atlântica, diferentes genótipos foram avaliados no sistema convencional com destaque para ‘Galil 18’ e ‘BRS Princesa’, com melhor potencial para a região (NOMURA et al., 2013). Lédo et al. (2008), avaliando 20 genótipos de bananeiras no sistema convencional, no Estado de Sergipe, indicaram o genótipo ‘BRS Princesa’ para as áreas de cultivo de banana ‘Maçã’. Barbosa et al. (2013), avaliando a utilização de leguminosas (cudzu tropical, Crotalaria juncea, calopogônio e feijão-de-porco) no pré-plantio e como cobertura viva em bananeiras, verificaram que a cobertura exerceu influências positivas no crescimento, na nutrição nitrogenada e na produção da ‘Prata Anã’, substituindo parcialmente o N aplicado como fertilizante mineral. O trabalho objetivou avaliar o crescimento e a produção de genótipos de bananeira no primeiro ciclo, utilizando leguminosas e não leguminosas como plantas de cobertura e adubação com composto orgânico. MenosA bananeira (Musa spp.) é cultivada em todos os países tropicais e o seu fruto é um dos mais consumidos no Mundo. No Brasil a fruta ocupa o segundo lugar em quantidade produzida, da ordem de 6,9 milhões de toneladas em aproximadamente 481 mil hectares. É consumida como sobremesa e fonte de nutrientes e vitaminas, principalmente potássio (2.640 a 3.870 mg/kg) e vitamina C (59 e 175 mg/kg). Diferentes variedades de bananeiras são cultivadas no Brasil, principalmente do tipo Prata, em torno de 60% nas Regiões Nordeste e Sudeste, que são as maiores produtoras, e basicamente no sistema convencional. Contudo, genótipos resistentes a pragas e doenças estão sendo desenvolvidos e avaliados nos sistemas convencional e orgânico. No sistema orgânico deve-se priorizar a utilização de material de propagação originário de espécies vegetais adaptadas às condições edafoclimáticas locais e tolerantes a pragas e doenças (MAPA, 2011). No Estado de São Paulo, no ecossistema Mata Atlântica, diferentes genótipos foram avaliados no sistema convencional com destaque para ‘Galil 18’ e ‘BRS Princesa’, com melhor potencial para a região (NOMURA et al., 2013). Lédo et al. (2008), avaliando 20 genótipos de bananeiras no sistema convencional, no Estado de Sergipe, indicaram o genótipo ‘BRS Princesa’ para as áreas de cultivo de banana ‘Maçã’. Barbosa et al. (2013), avaliando a utilização de leguminosas (cudzu tropical, Crotalaria juncea, calopogônio e feijão-de-porco) no pré-plantio e como cobertura viva e... Mostrar Tudo |
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Thesagro: |
Banana. |
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Thesaurus Nal: |
Organic foods; Organic gardening. |
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Categoria do assunto: |
F Plantas e Produtos de Origem Vegetal |
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Marc: |
LEADER 02648nam a2200169 a 4500 001 1996119 005 2025-11-03 008 2014 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aBORGES, A. L. 245 $aAvaliação agronômica de genótipos de bananeira sob coberturas vegetais em sistema orgânico - primeiro ciclo.$h[electronic resource] 260 $aIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 23., 2014, Cuiabá. Fruticultura: oportunidades e desafios para o Brasil: anais. Cuiabá: SBF: UFMT: CREA-MT: MAPA$c2014 520 $aA bananeira (Musa spp.) é cultivada em todos os países tropicais e o seu fruto é um dos mais consumidos no Mundo. No Brasil a fruta ocupa o segundo lugar em quantidade produzida, da ordem de 6,9 milhões de toneladas em aproximadamente 481 mil hectares. É consumida como sobremesa e fonte de nutrientes e vitaminas, principalmente potássio (2.640 a 3.870 mg/kg) e vitamina C (59 e 175 mg/kg). Diferentes variedades de bananeiras são cultivadas no Brasil, principalmente do tipo Prata, em torno de 60% nas Regiões Nordeste e Sudeste, que são as maiores produtoras, e basicamente no sistema convencional. Contudo, genótipos resistentes a pragas e doenças estão sendo desenvolvidos e avaliados nos sistemas convencional e orgânico. No sistema orgânico deve-se priorizar a utilização de material de propagação originário de espécies vegetais adaptadas às condições edafoclimáticas locais e tolerantes a pragas e doenças (MAPA, 2011). No Estado de São Paulo, no ecossistema Mata Atlântica, diferentes genótipos foram avaliados no sistema convencional com destaque para ‘Galil 18’ e ‘BRS Princesa’, com melhor potencial para a região (NOMURA et al., 2013). Lédo et al. (2008), avaliando 20 genótipos de bananeiras no sistema convencional, no Estado de Sergipe, indicaram o genótipo ‘BRS Princesa’ para as áreas de cultivo de banana ‘Maçã’. Barbosa et al. (2013), avaliando a utilização de leguminosas (cudzu tropical, Crotalaria juncea, calopogônio e feijão-de-porco) no pré-plantio e como cobertura viva em bananeiras, verificaram que a cobertura exerceu influências positivas no crescimento, na nutrição nitrogenada e na produção da ‘Prata Anã’, substituindo parcialmente o N aplicado como fertilizante mineral. O trabalho objetivou avaliar o crescimento e a produção de genótipos de bananeira no primeiro ciclo, utilizando leguminosas e não leguminosas como plantas de cobertura e adubação com composto orgânico. 650 $aOrganic foods 650 $aOrganic gardening 650 $aBanana 700 1 $aSANTOS, J. C. da S. 700 1 $aNASCIMENTO FILHO, E. C. do
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Registro original: |
Embrapa Mandioca e Fruticultura (CNPMF) |
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