Registro Completo |
Biblioteca(s): |
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. |
Data corrente: |
31/03/2014 |
Data da última atualização: |
06/08/2025 |
Tipo da produção científica: |
Resumo em Anais de Congresso |
Autoria: |
MONNERAT, R.; QUEIROZ, P.; MARTINS, E.; MICHELI, A. |
Afiliação: |
ROSE GOMES MONNERAT SOLON DE PONTES, CENARGEN. |
Título: |
Evolução de resistencia em Spodoptera frugiperda: adaptação ou resistência natural? |
Ano de publicação: |
2013 |
Fonte/Imprenta: |
In: SIMPÓSIO DE CONTROLE BIOLÓGICO, 13., 2013, Bonito, MS. Faça bonito: use controle biológico: anais. Brasília, DF: Embrapa, 2013. |
Idioma: |
Português |
Conteúdo: |
O uso de plantas de algodão, milho e soja geneticamente modificadas expressando toxinas de Bacillus thuringiensis (Berliner) (Bt), tem sido uma importante ferramenta para a redução na intensidade da aplicação de agroquímicos e tem se mostrado eficaz no controle de algumas das principais lagartas-praga que ocorrem nesses cultivos. Entretanto, alguns trabalhos tem demonstrado que o uso dessas plantas, sem que haja a adoção de um refúgio adequado, exerce uma grande pressão de seleção de insetos resistentes, inviabilizando a tecnologia. Em 2009, agricultores de uma determinada região do estado do Paraná constataram que lagartas de Spodoptera frugiperda estavam sobrevivendo em cultivos de milho. Esse fato causou grande preocupação, uma vez que a principal causa da evolução da resistência de insetos à toxinas Cry está relacionada com mutações nos sitios de ligação da toxina no intestino das larvas. Esse fato ocorreu na primeira safra de milho na região, não tendo havido portanto, tempo hábil para que a pressão de seleção ocorresse. Trabalhos realizados anteriormente mostraram que populações de S. frugiperda oriundas de populações mantidas em laboratórios no Brasil, México e Colombia e que nunca haviam sido expostas a toxinas Bt apresentavam diferenças de susceptibilidade as toxinas Cry, relacionadas a ausencia de receptores e uma grande variabilidade genética, sugerindo que a susceptibilidade estava ligada a populações e não a espécie em si. Estudos posteriores realizados no Brasil, mostraram que esta variabilidade estava ocorrendo tambem entre populações brasileiras mantidas em laboratório. O fato que ocorreu no Paraná foi investigado e através de bioensaios foi constatada a baixa susceptibilidade das lagartas a toxina Cry1Ab, expressa no milho, e a possível diminuição do número de receptores intestinais para essa toxinas. Esses resultados deixam dúvidas sobre evolução de resistencia em S.frugiperda: adaptação ou resistência natural? MenosO uso de plantas de algodão, milho e soja geneticamente modificadas expressando toxinas de Bacillus thuringiensis (Berliner) (Bt), tem sido uma importante ferramenta para a redução na intensidade da aplicação de agroquímicos e tem se mostrado eficaz no controle de algumas das principais lagartas-praga que ocorrem nesses cultivos. Entretanto, alguns trabalhos tem demonstrado que o uso dessas plantas, sem que haja a adoção de um refúgio adequado, exerce uma grande pressão de seleção de insetos resistentes, inviabilizando a tecnologia. Em 2009, agricultores de uma determinada região do estado do Paraná constataram que lagartas de Spodoptera frugiperda estavam sobrevivendo em cultivos de milho. Esse fato causou grande preocupação, uma vez que a principal causa da evolução da resistência de insetos à toxinas Cry está relacionada com mutações nos sitios de ligação da toxina no intestino das larvas. Esse fato ocorreu na primeira safra de milho na região, não tendo havido portanto, tempo hábil para que a pressão de seleção ocorresse. Trabalhos realizados anteriormente mostraram que populações de S. frugiperda oriundas de populações mantidas em laboratórios no Brasil, México e Colombia e que nunca haviam sido expostas a toxinas Bt apresentavam diferenças de susceptibilidade as toxinas Cry, relacionadas a ausencia de receptores e uma grande variabilidade genética, sugerindo que a susceptibilidade estava ligada a populações e não a espécie em si. Estudos posteriores realizados no Brasi... Mostrar Tudo |
Palavras-Chave: |
S frugiperda. |
Thesagro: |
Milho; Resistencia. |
Categoria do assunto: |
-- |
Marc: |
LEADER 02631nam a2200181 a 4500 001 1983672 005 2025-08-06 008 2013 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aMONNERAT, R. 245 $aEvolução de resistencia em Spodoptera frugiperda$badaptação ou resistência natural?$h[electronic resource] 260 $aIn: SIMPÓSIO DE CONTROLE BIOLÓGICO, 13., 2013, Bonito, MS. Faça bonito: use controle biológico: anais. Brasília, DF: Embrapa$c2013 520 $aO uso de plantas de algodão, milho e soja geneticamente modificadas expressando toxinas de Bacillus thuringiensis (Berliner) (Bt), tem sido uma importante ferramenta para a redução na intensidade da aplicação de agroquímicos e tem se mostrado eficaz no controle de algumas das principais lagartas-praga que ocorrem nesses cultivos. Entretanto, alguns trabalhos tem demonstrado que o uso dessas plantas, sem que haja a adoção de um refúgio adequado, exerce uma grande pressão de seleção de insetos resistentes, inviabilizando a tecnologia. Em 2009, agricultores de uma determinada região do estado do Paraná constataram que lagartas de Spodoptera frugiperda estavam sobrevivendo em cultivos de milho. Esse fato causou grande preocupação, uma vez que a principal causa da evolução da resistência de insetos à toxinas Cry está relacionada com mutações nos sitios de ligação da toxina no intestino das larvas. Esse fato ocorreu na primeira safra de milho na região, não tendo havido portanto, tempo hábil para que a pressão de seleção ocorresse. Trabalhos realizados anteriormente mostraram que populações de S. frugiperda oriundas de populações mantidas em laboratórios no Brasil, México e Colombia e que nunca haviam sido expostas a toxinas Bt apresentavam diferenças de susceptibilidade as toxinas Cry, relacionadas a ausencia de receptores e uma grande variabilidade genética, sugerindo que a susceptibilidade estava ligada a populações e não a espécie em si. Estudos posteriores realizados no Brasil, mostraram que esta variabilidade estava ocorrendo tambem entre populações brasileiras mantidas em laboratório. O fato que ocorreu no Paraná foi investigado e através de bioensaios foi constatada a baixa susceptibilidade das lagartas a toxina Cry1Ab, expressa no milho, e a possível diminuição do número de receptores intestinais para essa toxinas. Esses resultados deixam dúvidas sobre evolução de resistencia em S.frugiperda: adaptação ou resistência natural? 650 $aMilho 650 $aResistencia 653 $aS frugiperda 700 1 $aQUEIROZ, P. 700 1 $aMARTINS, E. 700 1 $aMICHELI, A.
Download
Esconder MarcMostrar Marc Completo |
Registro original: |
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (CENARGEN) |
|