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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Meio-Norte. |
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Data corrente: |
25/11/2019 |
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Data da última atualização: |
25/11/2019 |
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Autoria: |
ANDRADE, F. N. |
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Afiliação: |
FABRICIO NAPOLEÃO ANDRADE, UFPI. |
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Título: |
Manejo florestal: uma alternativa de desenvolvimento sustentável em projetos de assentamento rurais no Estado do Piauí. |
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Ano de publicação: |
2017 |
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Fonte/Imprenta: |
2017. |
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Páginas: |
154 f. |
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Idioma: |
Português |
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Notas: |
Tese (Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) - Universidade Federal do Piauí, Teresina. |
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Conteúdo: |
Objetivou-se avaliar a dinâmica da exploração florestal no estado do Piauí e sua relação com os Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) em assentamentos rurais, de forma a identificar e quantificar os Planos de Manejo Florestais aprovados no Piauí no período de 2010 a 2015; levantar e analisar os dados fitossociológicos dos planos de manejo por meio de inventário florestal nos assentamentos Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente, situados nos municípios de São Francisco do Piauí e Milton Brandão e caracterizar e analisar os aspectos socioeconômicos e composição da renda dos assentamentos com atividade de MFS aprovados no estado. Parte da pesquisa foi desenvolvida por meio de consulta ao banco de dados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAR). Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com todos os chefes de famílias, que participaram da atividade de PMFS (manejadores), que aceitaram espontaneamente participar da pesquisa. No assentamento Sambaibinha, do total de 26 famílias, apenas 18 aceitaram participar da pesquisa, enquanto no assentamento Lagoa do Mato participaram 13 do total de 16. Os assentamentos Sambaibinha e Lagoa do Mato foram selecionados, por serem os pioneiros e terem maior tempo de exploração contínua com a atividade de manejo florestal. Os dados mostram que 96 PMFS detentores de autorização representaram mais de 117.000 hectares de área manejada, em propriedades cujas extensões variaram de 67,60 a 34.208,00 ha, com área manejada por propriedade entre 40,00 e 24.969,00 ha. Os talhões adotados para exploração anual tiveram dimensões entre 7,50 e 1.945,70 ha. O volume anual autorizado no período foi de 1.998.986,2 st/ano. A vegetação nos PFMS estudados é do tipo floresta caducifólia e/ou floresta sub-caducifólia se constituindo de vegetação arbórea densa no assentamento Sambaibinha com área de transição cerrado/caatinga. O mesmo aspecto foi observado no assentamento Lagoa do Mato. As áreas apresentam grande diversidade florestal. A vegetação arbórea encontrada nos PMFS Sambaibinha e Lagoa do Mato apresentaram, respectivamente, em seus levantamentos 1.292 e 1.551 ind.ha-1, com índice de diversidade de 2,76 e 3,19 nats/indivíduos, densidades de 1.538 e 2.423 ind.ha-1, área basal de 13,46 e 8,29 m2/ha e valores volumétricos de 371,25 e 260,18 st/ha. As famílias Fabaceae e Combretaceae foram as únicas presentes em ambas as áreas. Com relação aos aspectos socioeconômicos, observou-se que nos dois assentamentos, o homem é o provedor da renda para o sustento e desenvolvimento da família e também que a divisão por idade inexiste, não havendo grupo que se mostre predominante. Outro dado importante é que a maioria dos assentados 61,5% e 67% do assentamento Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente, apresenta estrutura familiar definida. Das famílias que estão presentes no manejo pode-se observar 83,4% e 84,6% dos chefes de família se enquadram na profissão como agricultor no assentamento Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente. No assentamento Lagoa do Mato a prática da agricultura, é considerada por 69,2% dos entrevistados como a principal fonte de renda mensal, o restante 31,8% declaram que as atividades de diarista em diferentes serviços constituem a principal fonte de renda. Há dependência dos assentados em relação à renda obtida com a atividade do manejo florestal, em que observamos no Assentamento Lagoa do Mato, a contribuição do manejo florestal variou entre 83,3% e 23,1% na renda familiar, enquanto no Assentamento Sambaibinha, oscilou entre 87% e 31%. Assim, o Manejo Florestal influencia não somente nos ganhos econômicos, mas sim por indicar o método correto de produção de material madeireiro. Portanto, destacam-se a grande quantidade de material lenhoso principalmente em área de transição Cerrado/Caatinga em assentamentos rurais passíveis de serem utilizados para suprir a grande demanda de energéticos florestais no Piauí, explorados de forma sustentável com a ferramenta dos PMFS, podendo ainda representar uma grande oportunidade de ocupação e renda para os agricultores assentados. MenosObjetivou-se avaliar a dinâmica da exploração florestal no estado do Piauí e sua relação com os Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) em assentamentos rurais, de forma a identificar e quantificar os Planos de Manejo Florestais aprovados no Piauí no período de 2010 a 2015; levantar e analisar os dados fitossociológicos dos planos de manejo por meio de inventário florestal nos assentamentos Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente, situados nos municípios de São Francisco do Piauí e Milton Brandão e caracterizar e analisar os aspectos socioeconômicos e composição da renda dos assentamentos com atividade de MFS aprovados no estado. Parte da pesquisa foi desenvolvida por meio de consulta ao banco de dados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAR). Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com todos os chefes de famílias, que participaram da atividade de PMFS (manejadores), que aceitaram espontaneamente participar da pesquisa. No assentamento Sambaibinha, do total de 26 famílias, apenas 18 aceitaram participar da pesquisa, enquanto no assentamento Lagoa do Mato participaram 13 do total de 16. Os assentamentos Sambaibinha e Lagoa do Mato foram selecionados, por serem os pioneiros e terem maior tempo de exploração contínua com a atividade de manejo florestal. Os dados mostram que 96 PMFS detentores de autorização representaram mais de 117.000 hectares de área manejada, em propriedades cujas extensões variaram de 67,60 a 34.208,00 ha, com ár... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Manejo florestal. |
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Thesagro: |
Desenvolvimento Sustentável. |
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Categoria do assunto: |
K Ciência Florestal e Produtos de Origem Vegetal |
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Marc: |
LEADER 04759nam a2200157 a 4500 001 2115066 005 2019-11-25 008 2017 bl uuuu m 00u1 u #d 100 1 $aANDRADE, F. N. 245 $aManejo florestal$buma alternativa de desenvolvimento sustentável em projetos de assentamento rurais no Estado do Piauí. 260 $a2017.$c2017 300 $a154 f. 500 $aTese (Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) - Universidade Federal do Piauí, Teresina. 520 $aObjetivou-se avaliar a dinâmica da exploração florestal no estado do Piauí e sua relação com os Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) em assentamentos rurais, de forma a identificar e quantificar os Planos de Manejo Florestais aprovados no Piauí no período de 2010 a 2015; levantar e analisar os dados fitossociológicos dos planos de manejo por meio de inventário florestal nos assentamentos Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente, situados nos municípios de São Francisco do Piauí e Milton Brandão e caracterizar e analisar os aspectos socioeconômicos e composição da renda dos assentamentos com atividade de MFS aprovados no estado. Parte da pesquisa foi desenvolvida por meio de consulta ao banco de dados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAR). Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com todos os chefes de famílias, que participaram da atividade de PMFS (manejadores), que aceitaram espontaneamente participar da pesquisa. No assentamento Sambaibinha, do total de 26 famílias, apenas 18 aceitaram participar da pesquisa, enquanto no assentamento Lagoa do Mato participaram 13 do total de 16. Os assentamentos Sambaibinha e Lagoa do Mato foram selecionados, por serem os pioneiros e terem maior tempo de exploração contínua com a atividade de manejo florestal. Os dados mostram que 96 PMFS detentores de autorização representaram mais de 117.000 hectares de área manejada, em propriedades cujas extensões variaram de 67,60 a 34.208,00 ha, com área manejada por propriedade entre 40,00 e 24.969,00 ha. Os talhões adotados para exploração anual tiveram dimensões entre 7,50 e 1.945,70 ha. O volume anual autorizado no período foi de 1.998.986,2 st/ano. A vegetação nos PFMS estudados é do tipo floresta caducifólia e/ou floresta sub-caducifólia se constituindo de vegetação arbórea densa no assentamento Sambaibinha com área de transição cerrado/caatinga. O mesmo aspecto foi observado no assentamento Lagoa do Mato. As áreas apresentam grande diversidade florestal. A vegetação arbórea encontrada nos PMFS Sambaibinha e Lagoa do Mato apresentaram, respectivamente, em seus levantamentos 1.292 e 1.551 ind.ha-1, com índice de diversidade de 2,76 e 3,19 nats/indivíduos, densidades de 1.538 e 2.423 ind.ha-1, área basal de 13,46 e 8,29 m2/ha e valores volumétricos de 371,25 e 260,18 st/ha. As famílias Fabaceae e Combretaceae foram as únicas presentes em ambas as áreas. Com relação aos aspectos socioeconômicos, observou-se que nos dois assentamentos, o homem é o provedor da renda para o sustento e desenvolvimento da família e também que a divisão por idade inexiste, não havendo grupo que se mostre predominante. Outro dado importante é que a maioria dos assentados 61,5% e 67% do assentamento Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente, apresenta estrutura familiar definida. Das famílias que estão presentes no manejo pode-se observar 83,4% e 84,6% dos chefes de família se enquadram na profissão como agricultor no assentamento Sambaibinha e Lagoa do Mato, respectivamente. No assentamento Lagoa do Mato a prática da agricultura, é considerada por 69,2% dos entrevistados como a principal fonte de renda mensal, o restante 31,8% declaram que as atividades de diarista em diferentes serviços constituem a principal fonte de renda. Há dependência dos assentados em relação à renda obtida com a atividade do manejo florestal, em que observamos no Assentamento Lagoa do Mato, a contribuição do manejo florestal variou entre 83,3% e 23,1% na renda familiar, enquanto no Assentamento Sambaibinha, oscilou entre 87% e 31%. Assim, o Manejo Florestal influencia não somente nos ganhos econômicos, mas sim por indicar o método correto de produção de material madeireiro. Portanto, destacam-se a grande quantidade de material lenhoso principalmente em área de transição Cerrado/Caatinga em assentamentos rurais passíveis de serem utilizados para suprir a grande demanda de energéticos florestais no Piauí, explorados de forma sustentável com a ferramenta dos PMFS, podendo ainda representar uma grande oportunidade de ocupação e renda para os agricultores assentados. 650 $aDesenvolvimento Sustentável 653 $aManejo florestal
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Registro original: |
Embrapa Meio-Norte (CPAMN) |
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| 3. |  | BROWN, G. G.; FRAGOSO, C. Listado de las especies de lombrices de tierra de América Central (Guatemala , Belice, Honduras, El Salvador, Nicaragua, Costa Rica, Panamá), las "Guyanas" (Surinam, Guyanne Francaise, Guyana), Venezuela y Paraguay. In: BROWN, G. G.; FRAGOSO, C. (Ed.) Minhocas na América Latina: biodiversidade e ecologia. Londrina: Embrapa Soja, 2007. p. 421- 452| Tipo: Capítulo em Livro Técnico-Científico |
| Biblioteca(s): Embrapa Soja. |
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| 5. |  | ORTIZ, A.; FRAGOSO, C.; BROWN, G. The effect of velvetbean (Mucuna pruriens) on the tropical earthworm Balanteodrilus pearsei: a management option for maize crops in the mexican humid tropics. In: INTERNATIONAL TECHNICAL WORKSHOP ON BIOLOGICAL MANAGEMENT OF SOIL ECOSYSTEMS FOR SUSTAINABLE AGRICULTURE, 2002, Londrina. Program, abstracts and related documents. Londrina: Embrapa Soybean: FAO, 2002. p. 117-118. (Embrapa Soja. Documentos, 182). Organizado por George G. Brown, Mariangela Hungria, Lenita Jacob Oliveira, Sally Bunning, Adriana Montañez.| Biblioteca(s): Embrapa Soja. |
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| 8. |  | ORTIZ, C. A.; FRAGOSO, C.; BROWN, G.; EQUIHUA, M. Influence of an exotic worm, soil moisture and quality food on growth, reproduction and cast production of Balanteodrilus pearsei (Acanthodrilini). In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON EARTHWORM ECOLOGY, 7., 2002, Cardiff. Book of abstracts. Cardiff: Cardiff University, 2002. p.48-49.| Biblioteca(s): Embrapa Soja. |
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| 10. |  | BROWN, G. G.; MORENO, A. G.; BAROIS, I.; FRAGOSO, C.; HERNÁNDEX-CASTELLANÕS, B.; PATRÓN, J. C. Conversion of native to introduced pastures in SE, Mexico: effects on earthworm communities. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON EARTHWORM ECOLOGY, 7., 2002, Cardiff. Book of abstracts. Cardiff: Cardiff University, 2002. p.296.| Biblioteca(s): Embrapa Soja. |
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| 11. |  | CALLAHAM, M.; BROWN, G. G.; FRAGOSO, C.; SNYDER, B.; JAMES, S. Earthworms in the non-glaciated Americas: intentional introductions, invasions, soil quality indicators, and interactions with native species. In: INTERNATIONAL COLLOQUIUM ON SOIL ZOOLOGY, 16., 2012, Coimbra. Book of abstracts. Coimbra: University of Coimbra, 2012. P. 97.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
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| 12. |  | BROWN, G. G.; FRAGOSO, C.; CSUZDI, C.; LAVELLE, P.; VELASQUEZ, E.; CELIS, L. V. A farewell to Alexander Feijoo Martínez (07 June 1963–05 December 2023). Zootaxa, v. 5589, n. 1, p. 23-32, 2025.| Tipo: Nota Técnica/Nota Científica |
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| 13. |  | BROWN, G. G.; HERNÁNDEZ, B.; BAROIS, I.; BUENO, J.; IRISSON, S.; ANGELES, A.; FRAGOSO, C. Earthworm (Glossoscolecidae, Gen. nov., sp. nov.) seasonal dynamics and secondary production in a native paddock at La Vibora, Mexico. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON EARTHWORM ECOLOGY, 7., 2002, Cardiff. Book of abstracts. Cardiff: Cardiff University, 2002. p.117.| Biblioteca(s): Embrapa Soja. |
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| 14. |  | BROWN, G. G.; BUENO-VILLEGAS, J.; HERNÁNDEZ-CASTELLANOS, B.; BAROIS, I.; ANGELES, A.; FRAGOSO, C. Earthworm seasonal dynamics and secondary production in a native paddock at La Víbora, México. In: ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE ECOLOGIA E TAXONOMIA DE OLIGOQUETAS, 3., 2007, Curitiba. Minhocas como bioindicadoras ambientais: princípios e práticas: anais. Colombo: Embrapa Florestas, 2008. 1 CD-ROM.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
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| 17. |  | BROWN, G. G.; JAMES, S. W.; FRAGOSO, C.; RODRÍGUEZ, C.; FEIJOO, A.; SAUTTER, K. D.; PASINI, A.; FURQUIM, V. H. Capacitação e cursos de ecologia e taxonomia de minhocas (03.02.5.14.00.06). In: SARAIVA, O. F. (Org.). Resultados de pesquisa da Embrapa Soja - 2003: manejo de solos, plantas daninhas e agricultura de precisão. Londrina: Embrapa Soja, 2004. p. 46-52. (Embrapa Soja. Documentos, 253).| Biblioteca(s): Embrapa Soja. |
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| 18. |  | BROWN, G. G.; MORENO, A. G.; BAROIS, I.; FRAGOSO, C.; ROJAS, P.; HERNÁNDEZ, B.; PATRÓN, J. C. Soil macrofauna in SE Mexican pastures and the effect of conversion from native to introduced pastures. Agriculture, Ecosystems & Environment, v. 103, n. 2 , p. 313-327, July 2004.| Tipo: Artigo em Periódico Indexado |
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