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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Unidades Centrais. |
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Data corrente: |
24/10/2018 |
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Data da última atualização: |
16/03/2023 |
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Autoria: |
ALMEIDA, S. C. R. de. |
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Afiliação: |
SUENIA CIBELI RAMOS DE ALMEIDA, CPAC. |
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Título: |
Estratégias socioambientais da soberania alimentar. |
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Ano de publicação: |
2018 |
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Fonte/Imprenta: |
2018. |
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Páginas: |
197 f. |
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Idioma: |
Português |
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Notas: |
Tese (Doutorado em Ciência Ambiental) - Instituto de Ciência e Ambiente, Universidade de São Paulo, São Paulo. |
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Conteúdo: |
Este trabalho trata da narrativa de resistência que o Movimento de Pequenos Agricultores - MPA constituiu para resistir aos processos de expropriação das sementes dos camponeses, no estado de Santa Catarina, Brasil. O objetivo é analisar como o projeto de sementes do movimento influenciou a construção da soberania alimentar por meio de suas ações junto às instituições. Como instrumentos metodológicos fontes primárias e secundárias foram utilizadas, levando em consideração o referencial teórico da ecologia política, focado em conceitos de conflitos socioambientais, justiça ambiental e soberania alimentar. Assim, foi realizada pesquisa de campo, nos anos de 2015 e 2016, nos estados do Distrito Federal, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com diferentes atores que participaram do processo. Da análise constata-se que o movimento por meio da cooperativa Oestebio, desenvolveu a experiência de massificação de sementes crioulas e varietais a partir de uma ampla articulação de ações, alianças com instituições e outros movimentos, influenciando e sendo influenciado por políticas públicas e ações do Estado para constituir a soberania genética com base no projeto de soberania alimentar. Ao tecerem uma longa teia de relações, articulando os campos político, econômico, científico e socioambiental, ancorado no diálogo constante nos diferentes níveis - local, regional, nacional e internacional - constituíram uma experiência portadora da soberania alimentar dentro dos limites atuais da economia política contemporânea, expropriadora de recursos e geradora de conflitos e injustiças socioambientais. MenosEste trabalho trata da narrativa de resistência que o Movimento de Pequenos Agricultores - MPA constituiu para resistir aos processos de expropriação das sementes dos camponeses, no estado de Santa Catarina, Brasil. O objetivo é analisar como o projeto de sementes do movimento influenciou a construção da soberania alimentar por meio de suas ações junto às instituições. Como instrumentos metodológicos fontes primárias e secundárias foram utilizadas, levando em consideração o referencial teórico da ecologia política, focado em conceitos de conflitos socioambientais, justiça ambiental e soberania alimentar. Assim, foi realizada pesquisa de campo, nos anos de 2015 e 2016, nos estados do Distrito Federal, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com diferentes atores que participaram do processo. Da análise constata-se que o movimento por meio da cooperativa Oestebio, desenvolveu a experiência de massificação de sementes crioulas e varietais a partir de uma ampla articulação de ações, alianças com instituições e outros movimentos, influenciando e sendo influenciado por políticas públicas e ações do Estado para constituir a soberania genética com base no projeto de soberania alimentar. Ao tecerem uma longa teia de relações, articulando os campos político, econômico, científico e socioambiental, ancorado no diálogo constante nos diferentes níveis - local, regional, nacional e internacional - constituíram uma experiência portadora da soberania alimentar dentro dos limites atuais da econo... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Ecologia agrícola; Pequeno agricultor; Soberania alimentar. |
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Thesagro: |
Política Ambiental; Políticas Públicas. |
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Categoria do assunto: |
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Marc: |
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Registro original: |
Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE) |
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