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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Meio-Norte. |
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Data corrente: |
06/05/2015 |
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Data da última atualização: |
05/07/2023 |
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Tipo da produção científica: |
Capítulo em Livro Técnico-Científico |
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Autoria: |
PEREIRA, A. M. L.; PINHEIRO, D. L. |
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Afiliação: |
ALITIENE MOURA LEMOS PEREIRA, CPAMN; DANIEL LUSTOSA PINHEIRO, ALIMENTA SERVIÇOS LTDA. |
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Título: |
Ocorrência de vírus na aquicultura brasileira. |
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Ano de publicação: |
2014 |
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Fonte/Imprenta: |
In: MADI, R. R.; CAMPOS, C. M. de; LIZAMA, M. de los A. P.; TAKEMOTO, R. M. Patologia e sanidade em ambientes aquáticos. Maringá: Massoni, 2014. Cap. 2. p. 41-61. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
A intensificação e a expansão da aquicultura têm revelado obstáculos que afetam diretamente a produtividade e o crescimento da atividade, cujas doenças são um dos principais entraves. Altas densidades, manejo inadequado, deficiências nutricionais e variações nas características físicas e químicas da água favorecem a quebra no equilíbrio do sistema hospedeiro-patógeno-ambiente. O desequilíbrio do ambiente de produção leva ao estresse dos organismos criados e à imunossupressão. Dessa forma, os animais criados desenvolvem a infecção, e a doença se instala causando perdas ao setor produtivo. Os vírus têm uma relação específica com seu hospedeiro, porém infectar outros, quando as condições para sua replicação são adequadas. Com a globalização, as fronteiras naturais e geográficas deixaram de existir. O comércio de animais vivos e congelados também transportou agentes infecciosos,ampliando sua distribuição e os prejuízos para a aquicultura. Ações emergenciais para o conhecimento da etiologia das viroses e seu diagnóstico são prejudicadas pela dificuldade do fluxo de informação entre o setor produtivo, o governo e a pesquisa. Dessa forma, os agentes patogênicos se instalam, diversificam e são disseminados por todo o território nacional. As doenças virais continuarão a ser um problema em aquicultura, a menos que as disseminações horizontal e vertical sejam controladas. A legislação e o envolvimento voluntário do setor produtivo são imprescindíveis ao sucesso do controle dessas doenças na aquicultura. MenosA intensificação e a expansão da aquicultura têm revelado obstáculos que afetam diretamente a produtividade e o crescimento da atividade, cujas doenças são um dos principais entraves. Altas densidades, manejo inadequado, deficiências nutricionais e variações nas características físicas e químicas da água favorecem a quebra no equilíbrio do sistema hospedeiro-patógeno-ambiente. O desequilíbrio do ambiente de produção leva ao estresse dos organismos criados e à imunossupressão. Dessa forma, os animais criados desenvolvem a infecção, e a doença se instala causando perdas ao setor produtivo. Os vírus têm uma relação específica com seu hospedeiro, porém infectar outros, quando as condições para sua replicação são adequadas. Com a globalização, as fronteiras naturais e geográficas deixaram de existir. O comércio de animais vivos e congelados também transportou agentes infecciosos,ampliando sua distribuição e os prejuízos para a aquicultura. Ações emergenciais para o conhecimento da etiologia das viroses e seu diagnóstico são prejudicadas pela dificuldade do fluxo de informação entre o setor produtivo, o governo e a pesquisa. Dessa forma, os agentes patogênicos se instalam, diversificam e são disseminados por todo o território nacional. As doenças virais continuarão a ser um problema em aquicultura, a menos que as disseminações horizontal e vertical sejam controladas. A legislação e o envolvimento voluntário do setor produtivo são imprescindíveis ao sucesso do controle dessas doenç... Mostrar Tudo |
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Thesagro: |
Aquicultura; Vírus. |
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Categoria do assunto: |
X Pesquisa, Tecnologia e Engenharia |
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Marc: |
LEADER 02102naa a2200157 a 4500 001 2014943 005 2023-07-05 008 2014 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aPEREIRA, A. M. L. 245 $aOcorrência de vírus na aquicultura brasileira. 260 $c2014 520 $aA intensificação e a expansão da aquicultura têm revelado obstáculos que afetam diretamente a produtividade e o crescimento da atividade, cujas doenças são um dos principais entraves. Altas densidades, manejo inadequado, deficiências nutricionais e variações nas características físicas e químicas da água favorecem a quebra no equilíbrio do sistema hospedeiro-patógeno-ambiente. O desequilíbrio do ambiente de produção leva ao estresse dos organismos criados e à imunossupressão. Dessa forma, os animais criados desenvolvem a infecção, e a doença se instala causando perdas ao setor produtivo. Os vírus têm uma relação específica com seu hospedeiro, porém infectar outros, quando as condições para sua replicação são adequadas. Com a globalização, as fronteiras naturais e geográficas deixaram de existir. O comércio de animais vivos e congelados também transportou agentes infecciosos,ampliando sua distribuição e os prejuízos para a aquicultura. Ações emergenciais para o conhecimento da etiologia das viroses e seu diagnóstico são prejudicadas pela dificuldade do fluxo de informação entre o setor produtivo, o governo e a pesquisa. Dessa forma, os agentes patogênicos se instalam, diversificam e são disseminados por todo o território nacional. As doenças virais continuarão a ser um problema em aquicultura, a menos que as disseminações horizontal e vertical sejam controladas. A legislação e o envolvimento voluntário do setor produtivo são imprescindíveis ao sucesso do controle dessas doenças na aquicultura. 650 $aAquicultura 650 $aVírus 700 1 $aPINHEIRO, D. L. 773 $tIn: MADI, R. R.; CAMPOS, C. M. de; LIZAMA, M. de los A. P.; TAKEMOTO, R. M. Patologia e sanidade em ambientes aquáticos. Maringá: Massoni, 2014. Cap. 2. p. 41-61.
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Registro original: |
Embrapa Meio-Norte (CPAMN) |
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