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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Agroenergia. |
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Data corrente: |
18/12/2023 |
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Data da última atualização: |
18/12/2023 |
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Tipo da produção científica: |
Orientação de Tese de Pós-Graduação |
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Autoria: |
RIBEIRO, C. C. |
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Afiliação: |
CAROLINE CIBIN RIBEIRO. |
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Título: |
Produção de nanofibras de celulose de algodão: uso de hidrólise enzimática para a quebra da celulose. |
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Ano de publicação: |
2023 |
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Fonte/Imprenta: |
2023. |
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Páginas: |
110 f. |
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Idioma: |
Português |
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Notas: |
Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia. Orientadora: Simone Monteiro e Silva; Coorientador: Leonardo Fonseca Valadares, Embrapa Agroenergia. |
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Conteúdo: |
A crescente demanda por materiais biodegradáveis tem impulsionado pesquisas para aprimorar a aplicabilidade dos materiais lignocelulósicos em diversos setores, incluindo compósitos, reforço de polímeros e processos de separação. Dessa forma, diante das perspectivas promissoras de nanomaterias de celulose, este estudo visa a produção de nanofibras de celulose a partir do algodão por meio de hidrólise enzimática. Inicialmente foi realizada a remoção de extrativos do algodão por Extrator Acelerado por Solvente (ASE) e em seguida, a hidrólise de algodão com enzimas comerciais de Trichoderma reesei. A lavagem e o isolamento das nanofibras foi conduzido por meio de centrifugação. A análise da morfologia e da distribuição de tamanhos foi realizada por meio de Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET). O rendimento das nanoestruturas foi determinado por gravimetria e estabilidade dos coloides foi avaliada por meio do potencial Zeta (PZ). Além disso, investigou-se o efeito do tempo no rendimento de microfibras, nanofibras e na conversão em glicose, que foi determinada por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (HPLC). Os resultados evidenciaram que o isolamento mais expressivo de nanofibras se deu a partir da centrifugação com 30.000 g para lavagem, seguido de tratamento ultrassônico durante 30 minutos e, por fim, centrifugação fracionada a 5.000 g e 16.000 g para o isolamento das nanoestruturas. Após um período de 96 horas de hidrólise, as nanofibras exibiram um rendimento de 5,8 % com dimensões médias de 289 nm de comprimento e 33 nm de espessura. MenosA crescente demanda por materiais biodegradáveis tem impulsionado pesquisas para aprimorar a aplicabilidade dos materiais lignocelulósicos em diversos setores, incluindo compósitos, reforço de polímeros e processos de separação. Dessa forma, diante das perspectivas promissoras de nanomaterias de celulose, este estudo visa a produção de nanofibras de celulose a partir do algodão por meio de hidrólise enzimática. Inicialmente foi realizada a remoção de extrativos do algodão por Extrator Acelerado por Solvente (ASE) e em seguida, a hidrólise de algodão com enzimas comerciais de Trichoderma reesei. A lavagem e o isolamento das nanofibras foi conduzido por meio de centrifugação. A análise da morfologia e da distribuição de tamanhos foi realizada por meio de Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET). O rendimento das nanoestruturas foi determinado por gravimetria e estabilidade dos coloides foi avaliada por meio do potencial Zeta (PZ). Além disso, investigou-se o efeito do tempo no rendimento de microfibras, nanofibras e na conversão em glicose, que foi determinada por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (HPLC). Os resultados evidenciaram que o isolamento mais expressivo de nanofibras se deu a partir da centrifugação com 30.000 g para lavagem, seguido de tratamento ultrassônico durante 30 minutos e, por fim, centrifugação fracionada a 5.000 g e 16.000 g para o isolamento das nanoestruturas. Após um período de 96 horas de hidrólise, as nanofibras exibiram um rendimento de 5,... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Curva de hidrólise temporal; Enzimas não comerciais; Nanocelulose. |
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Thesagro: |
Algodão; Fibra; Glicose; Trichoderma. |
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Thesaurus Nal: |
Trichoderma reesei. |
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Categoria do assunto: |
-- |
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Marc: |
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Registro original: |
Embrapa Agroenergia (CNPAE) |
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