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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Embrapa Agroenergia. |
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Data corrente: |
12/01/2015 |
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Data da última atualização: |
12/01/2015 |
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Tipo da produção científica: |
Artigo em Periódico Indexado |
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Autoria: |
PIMENTA, A. C.; TAGLIANI. M. C.; ZUFFELLATO-RIBAS, K. C.; LAVIOLA, B. G.; KOEHLER, H. S. |
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Afiliação: |
Alex Caetano Pimenta, Instituto Federal de Mato Grosso; Mateus Cassol Tagliani, Universidade Federal do Paraná; Katia Christina Zuffellato-Ribas, Universidade Federal do Paraná; BRUNO GALVEAS LAVIOLA, CNPAE; Henrique Soares Koehler, Universidade Federal do Paraná. |
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Título: |
Miniestaquia e anatomia caulinar de pinhão-manso em quatro épocas de coleta. |
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Ano de publicação: |
2014 |
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Fonte/Imprenta: |
Comunicata Scientiae, v. 5, n. 4, p. 478-485, 2014. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
O pinhão-manso é uma espécie com grande potencial para suprir a demanda energética do mercado dos biocombustíveis, pois o óleo extraído das suas sementes possui as características necessárias à fabricação do biodiesel. A miniestaquia é um dos métodos de propagação vegetativa que vem surgindo como alternativa na produção de mudas e as auxinas são os reguladores vegetais mais empregados nesta técnica para estimular a iniciação de raízes adventícias em miniestacas. Objetivou-se com o presente trabalho estudar o enraizamento e a anatomia de miniestacas caulinares de pinhão-manso coletadas em quatro épocas do ano, utilizando-se diferentes concentrações de ácido indol butírico. Os experimentos foram instalados no Laboratório de Propagação de Espécies Florestais da Embrapa Florestas, em Colombo-PR, onde as miniestacas foram submetidas a tratamentos com ácido indol butírico (IBA) nas concentrações de 0, 250, 500 e 1.000 mg L-1. Após 60 dias, foram avaliadas as porcentagens de miniestacas enraizadas, com calos, número de raízes e comprimento das três maiores raízes, em um delineamento experimental inteiramente casualizado. As maiores porcentagens de enraizamento foram obtidas no tratamento sem a aplicação de IBA, no verão (83,3%), inverno (78,1%) e no outono (85,0%), e com a aplicação de 250 mg L-1 na primavera (86,3%). Não foram observadas estruturas anatômicas que dificultam o enraizamento. Assim, conclui-se que a aplicação de IBA é desnecessária para indução do enraizamento de miniestacas de brotações juvenis de pinhão-manso. MenosO pinhão-manso é uma espécie com grande potencial para suprir a demanda energética do mercado dos biocombustíveis, pois o óleo extraído das suas sementes possui as características necessárias à fabricação do biodiesel. A miniestaquia é um dos métodos de propagação vegetativa que vem surgindo como alternativa na produção de mudas e as auxinas são os reguladores vegetais mais empregados nesta técnica para estimular a iniciação de raízes adventícias em miniestacas. Objetivou-se com o presente trabalho estudar o enraizamento e a anatomia de miniestacas caulinares de pinhão-manso coletadas em quatro épocas do ano, utilizando-se diferentes concentrações de ácido indol butírico. Os experimentos foram instalados no Laboratório de Propagação de Espécies Florestais da Embrapa Florestas, em Colombo-PR, onde as miniestacas foram submetidas a tratamentos com ácido indol butírico (IBA) nas concentrações de 0, 250, 500 e 1.000 mg L-1. Após 60 dias, foram avaliadas as porcentagens de miniestacas enraizadas, com calos, número de raízes e comprimento das três maiores raízes, em um delineamento experimental inteiramente casualizado. As maiores porcentagens de enraizamento foram obtidas no tratamento sem a aplicação de IBA, no verão (83,3%), inverno (78,1%) e no outono (85,0%), e com a aplicação de 250 mg L-1 na primavera (86,3%). Não foram observadas estruturas anatômicas que dificultam o enraizamento. Assim, conclui-se que a aplicação de IBA é desnecessária para indução do enraizamento de min... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Jatropha curcas L; Regulador vegetal. |
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Thesagro: |
Enraizamento; Propagação Vegetativa. |
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Categoria do assunto: |
-- |
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Marc: |
LEADER 02252naa a2200217 a 4500 001 2005118 005 2015-01-12 008 2014 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aPIMENTA, A. C. 245 $aMiniestaquia e anatomia caulinar de pinhão-manso em quatro épocas de coleta.$h[electronic resource] 260 $c2014 520 $aO pinhão-manso é uma espécie com grande potencial para suprir a demanda energética do mercado dos biocombustíveis, pois o óleo extraído das suas sementes possui as características necessárias à fabricação do biodiesel. A miniestaquia é um dos métodos de propagação vegetativa que vem surgindo como alternativa na produção de mudas e as auxinas são os reguladores vegetais mais empregados nesta técnica para estimular a iniciação de raízes adventícias em miniestacas. Objetivou-se com o presente trabalho estudar o enraizamento e a anatomia de miniestacas caulinares de pinhão-manso coletadas em quatro épocas do ano, utilizando-se diferentes concentrações de ácido indol butírico. Os experimentos foram instalados no Laboratório de Propagação de Espécies Florestais da Embrapa Florestas, em Colombo-PR, onde as miniestacas foram submetidas a tratamentos com ácido indol butírico (IBA) nas concentrações de 0, 250, 500 e 1.000 mg L-1. Após 60 dias, foram avaliadas as porcentagens de miniestacas enraizadas, com calos, número de raízes e comprimento das três maiores raízes, em um delineamento experimental inteiramente casualizado. As maiores porcentagens de enraizamento foram obtidas no tratamento sem a aplicação de IBA, no verão (83,3%), inverno (78,1%) e no outono (85,0%), e com a aplicação de 250 mg L-1 na primavera (86,3%). Não foram observadas estruturas anatômicas que dificultam o enraizamento. Assim, conclui-se que a aplicação de IBA é desnecessária para indução do enraizamento de miniestacas de brotações juvenis de pinhão-manso. 650 $aEnraizamento 650 $aPropagação Vegetativa 653 $aJatropha curcas L 653 $aRegulador vegetal 700 1 $aTAGLIANI. M. C. 700 1 $aZUFFELLATO-RIBAS, K. C. 700 1 $aLAVIOLA, B. G. 700 1 $aKOEHLER, H. S. 773 $tComunicata Scientiae$gv. 5, n. 4, p. 478-485, 2014.
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Registro original: |
Embrapa Agroenergia (CNPAE) |
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| Biblioteca(s): Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. |
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